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	<title>Conselho Nacional O Brasil para Cristo &#187; Matérias</title>
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	<description>Tempo de viver as promessas de Deus</description>
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		<title>O santo e o profano. Quem gostou faz barulho!‏</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 13:44:26 +0000</pubDate>
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A igreja brasileira está prestes a entrar em uma profunda crise de identidade, na verdade já se iniciou o processo para isso, e infelizmente é um caminho sem volta.

Outro dia escrevi um artigo chamado “O porco, a pomba e um festival de promessas“. Logo teve uma repercussão muito grande e recebi e-mails de muita gente, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe id="twttrHubFrame" style="position: absolute; width: 10px; height: 10px; top: -9999em;" src="http://platform.twitter.com/widgets/hub.1324331373.html" frameborder="0" scrolling="no" width="320" height="240"></iframe></p>
<p><a href="http://conselhonacional.org.br/2012/01/05/3340/ovelha_preto_e_branco/" rel="attachment wp-att-3341"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-3341" title="ovelha_preto_e_branco" src="http://conselhonacional.org.br/wp-content/uploads/2012/01/ovelha_preto_e_branco-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p>A igreja brasileira está prestes a entrar em uma profunda crise de identidade, na verdade já se iniciou o processo para isso, e infelizmente é um caminho sem volta.</p>
<p><span id="more-3340"></span></p>
<p>Outro dia escrevi um artigo chamado “<a title="" href="http://artigos.gospelprime.com.br/o-porco-a-pomba-e-um-festival-de-promessas/">O porco, a pomba e um festival de promessas</a>“. Logo teve uma repercussão muito grande e recebi e-mails de muita gente, uns criticavam, outros elogiavam, e como disse alguém, isso aqui é um caminho de mão dupla, por isso chamamos de diálogo, se fosse para valer apenas uma opinião, seria um monólogo. Por isso, respeitarei sempre, se por acaso você não concordar comigo.</p>
<p>Respeitosamente peço à você que leia e entenda que não escrevo de uma forma agressiva e preconceituosa, não é essa a minha intenção, você pode até discordar, mas se analisar cuidadosamente sobre o que escrevo pela luz da Bíblia, você verá que esses dias são de crise espiritual, e a igreja começou uma fase de esfriamento sem prescendentes em sua história.</p>
<p>Discordo totalmente de muitos otimistas que estão dizendo que os crentes no Brasil estão abafando, e que a palavra de Deus está sendo pregada como nunca e estamos em vitória! Além de discordar eu deixo uma pergunta: Será isso verdade? Vamos analisar com um pouco mais de atenção? Então por favor, continue a leitura, serei breve e direto.</p>
<p>Música serve para muitas coisas, tanto para louvor a Deus quanto para louvor ao homem. Podemos dizer que também é uma forma de pregar o evangelho, mas, pode ter certeza, que segundo a Bíblia, o papel principal da música é de LOUVOR A DEUS, ou seja, uma forma de comunhão do homem com Ele. Não estou dizendo que não podemos evangelizar com ela, claro que sim, óbvio que sim, mas a forma de levar o evangelho ao pecador ainda é o IDE e PREGAR, FALAR, ANUCIAR.</p>
<p>Talvez você pergunte, mas música não serve também para isso? Sim, outra vez digo que serve, mas não podemos substituir música por palavra pregada, ou pensar que ela tem essa finalidade e portanto dessa forma, dispensarmos as ferramentas espirituais que tem esse primordo papel.</p>
<p>Nunca tivemos tanto espaço na mídia e principalmente na Rede Globo, e música gospel tem sido a forma artística do povo chamado crente estar em evidência. Nossos cantores evangélicos estão em programas de televisão que jamais estiveram antes.</p>
<p>Nos poucos momentos de descanso nesse final de ano, aguçado pela curiosidade de saber que haveriam algumas atrações evangélicas nos programas da Globo, me sentei para assistir programas como “Caldeirão do Huck” e um outro chamado ” Esquenta”.</p>
<p>Fiquei angustiado ao ver o programa, “Esquenta” da Regina Casé. Foi de pasmar ver as mães de santo do candomblé dançando ao som de um hino de uma pseudo-pastora que cantava e “falava em línguas estranhas” em um antro de pecado e pecadores…</p>
<p>Foi também deprimente ver o apresentador Luciano Huck chamar o grupo Alagoinha e o cantor Pregador Luo, para cantarem seguidos de funk, axé, e outras imundícias, em um ambiente promíscuo e de sensualidade. Mas, pior que isso, foi escutar o próprio apresentador, que até onde eu sei se diz judeu não praticante, ou seja, um ímpio que não conhece a verdade, proferir a seguinte frase: “O Santo e o Profano tudo junto misturado aqui no Caldeirão!!! “Quem gostou faz barulho!!!</p>
<p>Pois bem… sei que tem gente pensando, por que não dar glória a Deus por isso? O evangelho não esta sendo pregado?! Bem, pode até estar.</p>
<p>Acontece que em todo esse movimento que estamos vendo, notei que não tem lugar e nem tempo para a PREGAÇÃO DA PALAVRA, e sabe por que? Porque pregação não gera lucros financeiros para a televisão.</p>
<p>Meu querido, em primeiro lugar: Você precisa entender que para o mundano, não tem problema nenhum essa mistura do santo com o profano, não vejo mal nenhum para a Rede Globo inovar suas atrações imundas com hinos de crentes. Já, não posso dizer o mesmo para o evangelho.</p>
<p>Nós crentes não podemos admitir isso, o santo não pode ser misturado com o imundo, ou você aceitaria o seu pastor levar em sua igreja o Michel Teló cantar ” O jeito é dar uma saidinha com você”?? e depois disso o seu mesmo querido pastor dizer: O Santo e o Profano misturado aqui na igreja, quem gostou diga aleluia!!!</p>
<p>Quando nós vamos cantar e participar da roda de escarnecedores, entenda uma coisa, estamos trazendo lixo para dentro da igreja e principalmente confusão para as pessoas , essa é a grande verdade, estão banalizando o evangelho e fazendo-o perder a excência Bíblica.</p>
<p>Paulo quando disse “Fiz-me tudo para todos, para por todos os meios chegar a salvar alguns”, não está em momento algum dando legalidade para o pecado, aliás, precisamos entender que satanás é o deus desse mundo, e ele usa todas as formas tanto para levar o homem à condenação eterna, quanto para confundir aqueles que querem seguir o evangelho.</p>
<p>Satanás tem o mundo organizado em sistemas políticos, culturais, econômicos e religiosos, que são naturalmente hostis a Deus e ao seu povo. Essa aproximação do Reino das trevas com a luz logo agora na proximidade da volta de Jesus, vejo como mais uma forma malígna para confundir, enganar e mentir para o povo de Deus, dizendo que o “Santo e o Profano ” juntos, é uma forma de evolução social e respeito pelas diferenças, dizem que isso é um jeito de expressar liberdade e mostra um desenvolvimento na mente social do nosso país. Pois, eu te digo uma coisa meu irmão; O evangelho da igreja primitiva ainda é o mesmo, Deus ainda é o mesmo, e pode estar certo que o Diabo não se converteu, ele continua caido e seu objetivo é derrotar a igreja.</p>
<p>Você sabe o que é apostasia? Caso não saiba, procure saber! Isso tudo o que está acontecendo com a igreja no Brasil é a forma mais genuína desse pecado chamado de apostasia! Ou seja, misturar o santo e o profano, deixar tudo parecido e ainda defender isso dizendo que é uma coisa boa.</p>
<p>A Bíblia nos fala muita coisa a respeito desse mundo (sistema maligno) como por exemplo:</p>
<p>Nesse mundo, somos forasteiros e peregrinos, não podemos nos misturar com o mundo, não devemos pertencer a esse mundo(Joao 15.19), não devemos amar o mundo (João 2.15), não devemos nos conformar com o mundo (Romanos 12.2), precisamos nos separar do mundo, (2.15), vencer o mundo (5.4), odiar a iniquidade do mundo (Hebreus 1.9) ser libertos do mundo (Cl 1.3), e acima de tudo, nosso papel é dizer que Deus levará para a eternidade um povo Santo, Zeloso, e de boas obras… que não se molda, conforma ou aceita as obras desse mundo que jaz no malígno e possui um príncipe chamado Satanás…</p>
<p>Mas, para você que talvez prefira um evangelho diferente, meus sinceros respeitos. Você tem livre arbítrio para pensar como quiser. Eu te sugiro a leitura de 2Timóteo capítulo 3, mas já te antecipo uma coisa, se você pensa que minha opinão é fundamentalista e extremista, nem leia o capítulo sugerido! Você vai ficar muito bravo com o apóstolo Paulo!</p>
<p>Deseja deixar um comentário ao contrário do que penso? Faça isso! Mas, use termos e versículos bíblicos, para defender sua opinião, faço até um desafio à você: usarei os pontos e versiculos biblicos que condenam essa aproximação e você tenta encontrar algum que mande o crente ir se assentar na “Roda de escarnecedores” como forma para pregar o evangelho. Aceita o desafio?</p>
<p>Quem gostou, (…) diga Glorias a Deus !!</p>
<p>Em Cristo;</p>
<p>Eliseu Soares</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.gospelprime.com.br">www.gospelprime.com.br</a></p>
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		<title>A luta</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Jul 2011 18:11:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin2</dc:creator>
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Freqüentemente, colegas comentam sobre a luta que enfrentam. Mas o interesse que, por acaso, esperavam suscitar, não se manifesta. Raras são as pessoas que têm coração suficientemente sensível para chorar com os que choram ou rir com os que riem.
A vida não é fácil. Deus nunca planejou para que ela fosse um mar de rosas. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-2707" href="http://conselhonacional.org.br/2011/07/08/a-luta/shedd_150x200/"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2707" title="shedd_150x200" src="http://conselhonacional.org.br/wp-content/uploads/2011/07/shedd_150x200-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p>Freqüentemente, colegas comentam sobre a luta que enfrentam. Mas o interesse que, por acaso, esperavam suscitar, não se manifesta. Raras são as pessoas que têm coração suficientemente sensível para chorar com os que choram ou rir com os que riem.</p>
<p>A vida não é fácil. Deus nunca planejou para que ela fosse um mar de rosas. Alguns lutam contra a escassez financeira, pagando contas que somam mais do que um salário reduzido. Se alguém não sofre com um filho rebelde ou tem marido maravilhoso, os amigos procuram saber como sua sorte chegou a ser tão boa, enquanto a deles é tão espinhosa. Se nunca passou pelo sofrimento de um câncer, ou humilhação de um assalto, nunca teve um acidente, nem lutou com um sócio desonesto, Deus deve ter feito acepção de pessoas! Será que não enviou um anjo protetor para não permitir que tropeçasse ou tomasse o caminho errado?</p>
<p>É desagradável lutar. A maioria pacífica deseja evitar combates e guerras. A luta produz neuroses que convencem muitos a procrastinar. É um defeito de caráter comum. Não tendo a coragem de enfrentar o problema, o procrastinador se lança na esperança de que a dificuldade há de passar, tal como passou quando era criança. Não querendo pagar o alto preço necessário para solucionar o problema, aguarda-se o amadurecimento que não chega.</p>
<p>Pense nos adolescentes que não têm respeito pelos seus pais. O problema não aparece de um dia para outro. Se um pai não trata o caso com energia, rapidamente aparecem amigos nada confiáveis. Eles introduzem suas vítimas às drogas, à prostituição e ao crime. Se raciocinamos que Deus não quer que seus filhos sofram, a frustração pode ser um motivo para desistir do Caminho. É muito fácil esquecer das passagens bíblicas que, como em Tiago, mandam considerar motivo de grande alegria o fato de passarem por diversas provações, uma vez que produzem frutos de maturidade e integridade.</p>
<p>Uma fé verdadeira e profunda descansa no mesmo berço que Miguel de Molinos experimentou há mais de 300 anos: “Seja constante e de boa coragem; pois que, por mais intolerante que você seja consigo mesma, ainda é protegida, enriquecida e amada pelo maior Bem, como se ele não tivesse nada mais a fazer além de guiá-la à perfeição por meio dos mais altos passos do amor; como se você não pudesse se desviar, mas perseverar constantemente, sabendo que você oferece o mais satisfatório sacrifício para Deus. Se, do caos do nada, a onipotência dele produziu tantas maravilhas, o que ele não fará em sua alma, criada à imagem e semelhança dele, se ela se mantiver constante, calma e resignada” (Refrigério para a Alma, p. 150).</p>
<p>As lutas da vida não podem ser evitadas porque somos pecadores. Vivemos num mundo caído. Treinamento transforma um simples homem num guerreiro eficaz. Batalhas não se vencem por temerosos procrastinadores. Determinados e corajosos lutadores não consideram suas vidas preciosas para si mesmos. Seu propósito na vida é vencer para a honra do seu General.<br />
A ARMADURA DE DEUS</p>
<p>O apóstolo Paulo, que passou por inúmeras lutas na sua vida cristã, deu a mais valiosa recomendação para os que querem vencer. “Vistam toda a armadura de Deus para poderem ficar firmes contra as ciladas do diabo, pois a nossa luta não é contra seres humanos, mas contra os poderes e autoridades &#8230;Por isso, vistam toda a armadura de Deus, para que possam resistir no dia mau e permanecer inabaláveis&#8230;” (Ef 6.10-13).</p>
<p>Em primeiro lugar, é imprescindível cingir-se com a verdade que liberta. A verdade do Evangelho oferece perdão e restauração quando falhamos. A couraça da justiça nos protege do raciocínio, que diz: “Continuaremos pecando para que a graça aumente”. Os pés calçados com a prontidão do Evangelho gera paz quando a ansiedade inunda a alma. O escudo da fé protege o lutador contra as setas do Maligno que queimam o coração com desespero quando nenhuma escapatória humana aparece. O capacete da salvação oferece garantias contra o ódio e a hostilidade que as ofensas naturalmente suscitam. Finalmente, a espada do Espírito prepara para lutar com crescente eficácia. Lutas vencidas no passado prometem maiores vitórias no futuro.</p>
<p>Algumas pessoas se chegam a Cristo com a expectativa de que terão uma vida tranqüila, sem tempestades ou ondas encapeladas. Em lugar da decepção e frustração, dê às lutas boas-vindas. Permita que elas o desmamem do mundo e emprestem um brilho maior ao céu.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Cristianismohoje.com.br</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Mobilização para sexo depois do casamento chama atenção na internet</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Jul 2011 17:55:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin2</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
A Mobilizando o Brasil, uma ONG sem vínculos denominacionais promove uma mobilização bastante relevante para os dias atuais, trata-se do movimento Eu Escolhi Esperar que encoraja jovens solteiros a ter relações sexuais somente depois do casamento.
A MOB trabalha com este tema há mais de 20 anos, promovendo acampamentos, cultos e seminários sobre esse e outros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-2697" href="http://conselhonacional.org.br/2011/07/08/mobilizacao-para-sexo-depois-do-casamento-chama-atencao-na-internet/namoro-cristao1/"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2697" title="namoro-cristao1" src="http://conselhonacional.org.br/wp-content/uploads/2011/07/namoro-cristao1-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p>A Mobilizando o Brasil, uma ONG sem vínculos denominacionais promove uma mobilização bastante relevante para os dias atuais, trata-se do movimento Eu Escolhi Esperar que encoraja jovens solteiros a ter relações sexuais somente depois do casamento.</p>
<p>A MOB trabalha com este tema há mais de 20 anos, promovendo acampamentos, cultos e seminários sobre esse e outros temas relevantes para adolescentes e jovens.</p>
<p>Esses encontros geralmente são ministrados pelo pastor Nelson Júnior, que também é teólogo e um dos coordenadores da Mobilização Eu Escolhi Esperar, além desse tema o pastor também trabalha outros projetos como “Amigos do Noivo”, “Pureza e Santidade”, “Adoração e Intercessão” entre outros.</p>
<p>Na última segunda-feira, 20, a MOB realizou uma Twitcam (transmissão de vídeo ao vivo pelo Twitter) do quadro chamado #PapoAberto, um programa web que fala exclusivamente sobre amor, relacionamentos, sexo, namoro, corte, noivado e etc. A transmissão começou por volta das 21h e logo a hashtag #EuEscolhiEsperar chegou ao topo dos assuntos mais comentados no microblog.</p>
<p>O programa teve a participação especial do cantor e compositor Marcos Almeida, da banda Palavrantiga que possuí uma música chamada “Esperar é caminhar”.</p>
<p>Entre mensagens de gozação e chacotas, muitos internautas se manifestavam dizendo que optaram em participar dessa escolha de esperar até o casamento para ter relações sexuais.</p>
<p>Aliás, o maior objetivo da MOB é ajudar os jovens que já decidiram esperar. “Muitas pessoas já tomaram a decisão de ‘esperar no Senhor’, porém não é uma decisão fácil. E manter o compromisso para muitos se torna um fardo pesado,” disse Nelson Júnior.</p>
<p>Para saber mais sobre essa mobilização acesse: <a href="http://www.euescolhiesperar.com/" target="_blank">www.euescolhiesperar.com</a></p>
<p>Fonte: <a title="Gospel Prime" href="http://www.gospelprime.com.br/" target="_blank">Gospel Prime</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Comunidade cristã em Nazaré corre risco de extinção</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Jun 2011 19:27:10 +0000</pubDate>
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Um membro do alto clérigo católico na Terra Santa diz que a comunidade cristã está sofrendo perigo de extinção em Nazaré, cidade árabe-israelense, onde os cristãos acreditam que Jesus passou sua juventude.
O bispo Giacinto Boulos Marcuzzo disse que muitos cristãos, que são minoria, já começaram a emigrar para outras regiões, em razão das tensões religiosas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-2659" href="http://conselhonacional.org.br/2011/06/08/comunidade-crista-em-nazare-corre-risco-de-extincao/terrasanta/"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2659" title="terrasanta" src="http://conselhonacional.org.br/wp-content/uploads/2011/06/terrasanta-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p>Um membro do alto clérigo católico na Terra Santa diz que a comunidade cristã está sofrendo perigo de extinção em Nazaré, cidade árabe-israelense, onde os cristãos acreditam que Jesus passou sua juventude.</p>
<p>O bispo Giacinto Boulos Marcuzzo disse que muitos cristãos, que são minoria, já começaram a emigrar para outras regiões, em razão das tensões religiosas com os islâmicos locais, que tentaram construir uma mesquita próxima à igreja principal da cidade.</p>
<p>Israel encerrou o projeto da mesquita em 2003 e desde então a cidade tem estado calma. Mas o bispo Marcuzzo afirma que, na região, as ameaças continuam contra as comunidades cristãs, onde a primeira igreja foi construída muito tempo atrás.</p>
<p>O bispo Marcuzzo ainda disse que a emigração dos cristãos que estão deixando Nazaré coloca em risco a sobrevivência da comunidade cristã nesse local de grande importância bíblica.</p>
<p>Ele também diz que a principal causa da emigração é a criação de uma campanha islâmica para aumentar seu poder político em Nazaré. “Nosso problema não é não existir paz, nem justiça ou igualdade entre as pessoas”, disse Marcuzzo.</p>
<p>A tensão explodiu em 1997, quando os muçulmanos montaram uma tenda de oração próxima da Basílica de Nazaré da Anunciação, localizada onde os cristãos acreditam que um anjo disse a Maria que ela daria à luz a Jesus.</p>
<p>Os líderes cristãos se organizaram para que o local fosse preservado para ser uma praça para turistas. Essa ideia irritou alguns muçulmanos, que se revoltaram em Nazaré, no domingo de Páscoa em 1999, quando quebraram e destruíram casas e carros de propriedade de cristãos.</p>
<p>“Para nós, esse problema causou essa reação: muitas famílias querem ir embora, porque a vida se tornou muito difícil aqui em Nazaré, desde aqueles dias até hoje”, afirmou Marcuzzo.</p>
<p>Fonte: <a title="http://portasabertas.org.br/noticias/noticia.asp?ID=7157" href="http://portasabertas.org.br/noticias/noticia.asp?ID=7157" target="_blank">Portas Abertas</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O Deus do sofrimento</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Jun 2011 17:39:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Se é impossível evitar a dor, pode-se enfrentá-la com a ajuda divina.

Por Ana Miranda
A chuva começou a cair forte na tarde da terça-feira, 11 de janeiro, mas, apesar da violência das águas, o pastor José Armando Cidaco, da Igreja Batista em Barra do Imbuí, bairro de Teresópolis, na Região Serrana do Rio de Janeiro, não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-2629" href="http://conselhonacional.org.br/2011/06/02/o-deus-do-sofrimento/70789_sofrimento/"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2629" title="70789_Sofrimento" src="http://conselhonacional.org.br/wp-content/uploads/2011/06/70789_Sofrimento-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Se é impossível evitar a dor, pode-se enfrentá-la com a ajuda divina.</p>
<p><span id="more-2628"></span></p>
<p>Por Ana Miranda</p>
<p>A chuva começou a cair forte na tarde da terça-feira, 11 de janeiro, mas, apesar da violência das águas, o pastor José Armando Cidaco, da Igreja Batista em Barra do Imbuí, bairro de Teresópolis, na Região Serrana do Rio de Janeiro, não podia imaginar que os dias que se seguiriam seriam os mais desafiadores de seus 26 anos de ministério naquela congregação. Logo pela manhã, o Brasil e o mundo começavam a ser inundados por notícias aterradoras vindas da serra fluminense: famílias inteiras estavam desaparecidas; nas ruas, que mais pareciam rios, pessoas desesperadas buscavam abrigo, sem água, sem comida e sem ter para onde ir, depois de terem suas casas destruídas. A enxurrada entrou para a história como a maior tragédia climática da história do país. Até o último relatório divulgado pelas autoridades antes do fechamento desta edição, em todo o Estado do Rio, a catástrofe havia provocado a morte de mais de 900 pessoas.</p>
<p>Entretanto, em meio às lágrimas e à dor, as igrejas da região passaram a abrigar os que haviam perdido suas casas e transformaram-se em centros de arrecadação e distribuição de água, alimentos e remédios para a população atingida. Na Igreja Batista de Barra do Imbuí, que concentrou grande quantidade de donativos, várias famílias foram alojadas na quadra de esportes e, até meados de março, dois meses após a tragédia, 113 pessoas ainda viviam ali. “É humanamente impossível lidar com tal sofrimento. Na maioria das vezes, sentimo-nos impotentes e é exatamente nessa hora que Deus aparece com forças sobrenaturais”, desabafa o pastor Cidaco. “Como dizer para alguém que perdeu a mulher e três filhos que Deus o ama? O melhor nessa hora é ficar quieto e mostrar nosso amor por meio de atos de acolhimento, socorro, simpatia e dedicação. Enfim, essa é a hora de se viver o amor de Deus e não apenas falar dele. O cristianismo evangélico está precisando aprender isso”, pontua.</p>
<p>O próprio Cidaco não poderia imaginar que, poucos dias após atender CRISTIANISMO HOJE, sua família seria vítima de outra tragédia. Na sexta-feira anterior ao carnaval, sua mulher, Virginia, de 50 anos, viajava na companhia dos pais para Vitória (ES), quando seu carro bateu de frente com uma carreta. Virginia e a mãe, Vilma, chegaram mortas ao hospital, e o sogro do pastor, Waldir, escapou com ferimentos. A pedido da família, a reportagem não procurou Cidaco para nova entrevista.</p>
<p>No início de março, mais uma catástrofe de grandes proporções chocou o mundo, desta vez no Japão. O terremoto mais forte da história do país asiático – um dos mais suscetíveis a abalos sísmicos em todo o mundo –, seguido de violenta tsunami, causou gigantescas perdas materiais e deixou número de vítimas ainda incerto. Desde tempos imemoriais, tragédias de toda magnitude, coletivas e individuais, suscitam no ser humano os mais variados questionamentos. Nas sociedades cristianizadas, uma pergunta parece colocar-se atrás da orelha e açoitar, de modo inexorável, os ouvidos dos fiéis: “Como um Deus que é amor pode permitir que tal tragédia nos sobrevenha?”. Buscar respostas pragmáticas ou absolutas para indagações do gênero parece inútil. “O sofrimento não se explica; enfrenta-se, enquanto é possível”, propõe Jorge Claudio Ribeiro, doutor em ciências sociais e professor titular na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).</p>
<p>“O livro de Jó é um exemplo disso: Jó não reclama da dor, mas também não a entende”, exemplifica, lembrando o personagem bíblico considerado símbolo de extremo sofrimento. “No nível humano, não existe explicação para o sofrimento”, pondera o professor, lembrando que esta é uma condição inerente à existência. “O fato é que o ser humano sofre; a vida é uma tragédia, e não uma comédia”, comenta Ribeiro, que é pesquisador na área de religiosidade. E ninguém está isento de viver tanto uma faceta quanto a outra, pois, embora Deus seja apresentado nas Escrituras como um ser pleno de amor, em momento algum a Bíblia garante ao homem ausência de sofrimento. “O salmista nos lembra, no Salmo 23, que é possível, ao mesmo tempo, estar no vale da sombra da morte e desfrutar da companhia do Senhor”, acrescenta o pastor presbiteriano Rodrigo Franklin de Sousa, mestre em divindade e coordenador do curso de teologia da Universidade Mackenzie, em São Paulo. “Nossa limitação humana torna difícil entender o propósito divino no sofrimento. Entretanto, embora a Bíblia não nos ofereça todas as respostas que gostaríamos, é sempre clara em afirmar que, nessas situações, não apenas Deus se mantém no controle absoluto como se compadece, identifica-se e se faz, de alguma forma, presente junto aos que sofrem.”</p>
<p><strong>RESILIÊNCIA</strong></p>
<p>Fato é que, ainda que paradoxalmente, o sofrimento pode acabar por atrair as pessoas a um relacionamento com o divino, e não o contrário, como se costuma pensar. Pelo menos, foi o que pode perceber o militar Claudio Figueiredo de Souza, 42 anos. Evangélico e cabo do Exército, ele esteve em missão humanitária no Haiti entre janeiro e agosto de 2010 e chegou à capital do país caribenho, Porto Príncipe, uma semana depois do devastador terremoto que provocou a morte de mais de 200 mil pessoas. Os efeitos da tragédia vieram somar-se às já precárias condições de vida no Haiti, o país mais pobre das Américas. Encontrou um cenário desolador – mas, ao mesmo tempo, percebeu o impacto espiritual que uma tragédia pode trazer ao povo atingido. Nos meses em que esteve no país, Souza testemunhou várias conversões nos cultos evangélicos capitaneados por brasileiros e realizados na base das Nações Unidas. “O terremoto levou muitos haitianos a tomarem uma posição ao lado de Deus”.</p>
<p>“O tema da resiliência é cabível no lidar com o sofrimento, pois além de ser uma atitude esperançosa, oferece oportunidade para aprender”, pondera a psicóloga Blanches de Paula, teóloga e professora de aconselhamento pastoral da Faculdade Metodista de São Paulo. Ela é especialista no acompanhamento terapêutico de pessoas em situações de luto. De acordo com Blanches, é possível extrair do sofrimento valiosas lições. “Esse aprendizado é diferente de entregar-se à dor e desacreditar que seja possível uma mudança na caminhada da vida. A vida vai além do sofrimento – essa é uma afirmação resiliente”, define a psicóloga.</p>
<p>Entretanto, apesar das supostas vantagens inerentes aos momentos de dificuldade, o ser humano busca fugir deles de todas as formas. “O fato de evitarmos o sofrimento vincula-se a uma atitude de defesa diante do perigo, de situações que deixam clara a vulnerabilidade do ser humano. Temos dificuldades de aceitar nossas limitações”, destaca Blanches.</p>
<p><strong>“PROMESSAS DIVINAS”</strong></p>
<p>A despeito disso, a tônica do discurso de muitas agremiações de cunho protestante tem sido a de prometer aos adeptos uma espécie de blindagem contra o sofrimento. A lógica de suas promessas é a de que, ao ingressar no “clube dos crentes”, os problemas do fiel desaparecerão como em um passe de mágica. “Essa não é uma proposta cristã”, critica o pastor Elienai Cabral Jr., bacharel em filosofia, mestrando em ciências da religião e autor do livro <em>Salvos da perfeição </em>(Editora Ultimato). “Na dor, o cristão é aquele que conhece a sua fragilidade e compreende que ela não implica em desespero e ressentimento, mas em aperfeiçoamento”, continua. “A dor é um componente estranho e difícil, mas que pode ser fonte de crescimento e de felicidade, porque é sempre a oportunidade para experimentar a plenitude de sua liberdade e do amor de Deus”, reforça o pastor, líder da Igreja Betesda, na zona leste de São Paulo. O líder da denominação, pastor Ricardo Gondim, que ultimamente tem emitido opiniões polêmicas sobre o assunto, preferiu não se manifestar.</p>
<p>Assim, pela ótica bíblica, o Deus que é amor não deixa de amar apenas por permitir que seus filhos sofram. “Nosso Senhor pode livrar-nos de qualquer sofrimento, se esta for a sua vontade. Porém, em muitas ocasiões, permite que seus servos passem por provas e tribulações”, endossa o pastor Temóteo Ramos de Oliveira, da Assembleia de Deus em Petrópolis (RJ). Autor do livro <em>Manual do visitador cristão</em> (CPAD), onde aborda a questão do aconselhamento, Oliveira destaca que o fundamental é a maneira de o crente enfrentar as provações. “O cristão genuíno conta com as promessas divinas, que nos garantem que o Senhor Jesus nos assistirá em todos os momentos da vida – desde que depositemos nele a nossa irrestrita confiança”, destaca.</p>
<p>Foi exatamente essa a atitude da pastora Ana Claudia Amaro da Cruz, 40 anos, da Comunidade Evangélica Antioquia, diante da morte de sua filha, Ana Paula, de apenas dez anos, em 2005. “Conheci um Deus que me confortou mesmo quando estava sofrendo demais”, lembra. Vítima de uma doença degenerativa hereditária, a pequena Ana Paula sofreu muito antes de morrer. Foram dezoito longos meses numa rotina de internações, enquanto seus órgãos vitais foram falindo aos poucos. “Quando a descemos à sepultura, só me lembrava que o Senhor a deu e o Senhor a tomou“, conta a pastora, emocionada.</p>
<p>Casada com o pastor Paulo Elias da Cruz e mãe de outros dois filhos, Ana já consegue enxergar o episódio em perspectiva. A ajuda psicológica e sobretudo a fé ajudaram-na a lidar com a dor. Sobre a experiência do sofrimento, a pastora não tem uma fórmula – “Tudo isso me levou a buscar mais ao Senhor. Muitos se revoltam, mas a intimidade com Deus faz com que a gente entenda o que está acontecendo. É algo sobrenatural”, resume.</p>
<p>Fonte: cristianismohoje.com.br</p>
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		<title>Soldados americanos e suas famílias recebem a Palavra de Deus</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Apr 2011 18:48:11 +0000</pubDate>
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Há cerca de 10 anos os Estados Unidos têm estado em várias guerras. No meio da batalha, muitos soldados estão à procura de paz e conforto. Pensando nisso, dois anos atrás um grupo de capelães militares firmou parceria com o Ministério Fé Vem Pelo Ouvir para o fornecimento de um dispositivo que permite aos soldados ouvir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-2257" href="http://conselhonacional.org.br/2011/04/06/soldados-americanos-e-suas-familias-recebem-a-palavra-de-deus/biblia-300x270/"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2257" title="biblia-300x270" src="http://conselhonacional.org.br/wp-content/uploads/2011/04/biblia-300x270-150x150.gif" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p>Há cerca de 10 anos os Estados Unidos têm estado em várias guerras. No meio da batalha, muitos soldados estão à procura de paz e conforto. Pensando nisso, dois anos atrás um grupo de capelães militares firmou parceria com o Ministério Fé Vem Pelo Ouvir para o fornecimento de um dispositivo que permite aos soldados ouvir Bíblia enquanto estão em batalha. A iniciativa deu certo e hoje mais de 107 mil exemplares do produto já foram distribuídos.</p>
<p>Enquanto o Fé Vem Pelo Ouvir normalmente se concentra na gravação da Bíblia em vários idiomas ao redor do mundo, esta foi uma necessidade muito grande e que não poderiam deixar passar.  O ministério então criou a BibleStick Militar, um aparelho de mp3 no tamanho de um pacote de chiclete, com a gravação do Novo Testamento.</p>
<p>“Agora estamos lidando com mais de 700 capelães, e já enviamos mais de 107 mil BibleSticks Militar”, comemora Bill Lohr, integrante do Ministério.</p>
<p>Os soldados solicitam frequentemente a BibleSticks Militar. Lohr disse que muitos soldados não lêem tanto quanto antes, então o aparelho é uma grande oportunidades para difundir o Evangelho de uma forma envolvente. Alguns soldados que vêem os seus amigos também se interessam e pedem um exemplar. Qualquer que seja a curiosidade, o importante é que os soldados estão ouvindo a Palavra de Deus, e muitos estão sendo transformados.</p>
<p>Os soldados recebem um BibleStick Militar, mas também um disco de mp3 para que eles possam compartilhar a Palavra com os outros. Eles recebem um cartão postal para indicar se eles gostariam que suas famílias recebessem também.</p>
<p>O aspecto familiar tem o potencial de manter a família inteira do soldado militar – cônjuge e filhos  – conectados apesar da distância. “O que estamos tentando fazer é abençoar não apenas o soldado, mas a sua família. Então, eles realmente estão ouvindo a mesma coisa”, disse Lohr.</p>
<p>Fonte: CPAD News</p>
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		<title>Aposentado passa 30 anos construindo réplica exata do Templo de Herodes</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Apr 2011 18:41:27 +0000</pubDate>
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Alec Garrard, 80 anos, é um fazendeiro aposentado que vive em Norfolk, na Inglaterra. Ele passou os últimos 30 anos construindo uma réplica do Templo de Herodes em uma escala de 1:100.
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<p>Alec Garrard, 80 anos, é um fazendeiro aposentado que vive em Norfolk, na Inglaterra. Ele passou os últimos 30 anos construindo uma réplica do Templo de Herodes em uma escala de 1:100.</p>
<p>Garrad criou réplicas como hobby durante boa parte de sua vida, mas sempre quis fazer algo mais ambicioso. Como sempre se interessou por arquitetura e religião, ele resolveu combinar os dois assuntos e criar uma réplica do Templo de Herodes. O aposentado já havia visto outras réplicas da mesma construção, mas, segundo ele, elas eram imperfeitas.</p>
<p>Ele começou a construção quando tinha mais de 40 anos. Os primeiros anos de trabalho foram dedicados apenas à pesquisa da estrutura, a construção foi iniciada bem depois. Todas as peças foram feitas à mão por Garrad, incluindo os 4 mil personagens vestidos com roupas de época.</p>
<p>Até hoje, Garrad não considera que seu templo é uma obra concluída.</p>
<p>Confira as fotos e responda, nos comentários, se você conseguiria se dedicar a um projeto da mesma forma:</p>
<p><a rel="attachment wp-att-2250" href="http://conselhonacional.org.br/2011/04/06/aposentado-passa-30-anos-construindo-replica-exata-do-templo-de-herodes/templo-de-herodes-1-500x321/"></a><a rel="attachment wp-att-2251" href="http://conselhonacional.org.br/2011/04/06/aposentado-passa-30-anos-construindo-replica-exata-do-templo-de-herodes/templo-de-herodes-1-500x321-2/"><img class="alignleft size-full wp-image-2251" title="Templo-de-Herodes-1-500x321" src="http://conselhonacional.org.br/wp-content/uploads/2011/04/Templo-de-Herodes-1-500x3211.jpg" alt="" width="500" height="321" /></a></p>
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<p>Fonte: Hype Science</p>
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		<title>Ex-atriz pornô dá uma mensagem para os homens: parem de ver pornografia</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Jan 2011 20:12:29 +0000</pubDate>
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(Por John-Henry Westen) — Jennifer Case deixou a indústria do sexo três anos atrás pela graça de Deus, diz ela, e a mensagem dela para os homens é muito clara: “Há uma pessoa real do outro lado das imagens que você está vendo, e você está destruindo a vida dela e a vida dos filhos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-2017" href="http://conselhonacional.org.br/2011/01/15/ex-atriz-porno-da-uma-mensagem-para-os-homens-parem-de-ver-pornografia-ou-voces-destruirao-suas-vidas/jennifer-case-156x240/"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2017" title="Jennifer-Case-156x240" src="http://conselhonacional.org.br/wp-content/uploads/2011/01/Jennifer-Case-156x240-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p>(Por John-Henry Westen) — Jennifer Case deixou a indústria do sexo três anos atrás pela graça de Deus, diz ela, e a mensagem dela para os homens é muito clara: “Há uma pessoa real do outro lado das imagens que você está vendo, e você está destruindo a vida dela e a vida dos filhos dela”.</p>
<p>Numa entrevista para “The Porn Effect” (O Efeito Pornô), Case testifica de sua própria experiência pessoal acerca dos malefícios que a indústria pornográfica provoca nas mulheres envolvidas. Ela diz que ficou traumatizada, oprimida e abusada, e ficou viciada em drogas e precisava de dinheiro da pornografia para continuar tendo condições de comprá-las. Fisicamente ela tinha de lidar com doenças sexualmente transmissíveis: “Tive tantas infecções diferentes o tempo inteiro. Deixei Hollywood porque fiquei muito doente de clamídia. Meu abdome doía tanto que tive de voltar para casa”, disse ela.</p>
<p>A indústria pornográfica é alimentada pelos seus consumidores — eles e seu dinheiro impulsionam o destrutivo negócio — e daí dá para se atribuir os danos feitos a essas mulheres aos consumidores bem como produtores. Contudo, a ex-atriz pornô não guarda amargura contra os homens pela vida passada dela. Ela possui um discernimento profundo da natureza viciadora da pornografia e diz que compreende que só com a ajuda de Deus os homens conseguem sair do vício, assim como foi com a ajuda de Deus que ela deixou essa indústria.</p>
<p>“Homens, Deus ama vocês! Eu amo vocês também e sempre orarei por todos vocês, para que as cadeias sejam quebradas”, diz ela. “Você é escravo da pornografia tanto quanto qualquer atriz pornô. Se você está vendo pornografia ou está viciado à pornografia, você está tentando encher um vazio dentro de você que só Deus pode preencher. Toda vez que você olha pornografia, você está aumentando o vazio, e você destruirá sua vida”.</p>
<p>Ela diz que a pornografia é “maligna” e “é uma droga, veneno e mentira”.</p>
<p>“Se você pensa que poderá guardá-la no escuro, Deus a tirará para fora, para a luz, para deter você e curar você”.</p>
<p>Num apelo muito franco, Case concluiu a entrevista dizendo: “Essas mulheres são preciosas e merecem ser amadas exatamente como vocês merecem. Há uma pessoa real do outro lado das imagens que você está vendo, e você está destruindo a vida dela e a vida dos filhos dela. Em toda pornografia existe a filha de alguém. E se fosse a sua filhinha? Você pode realmente estar ajudando na morte de alguém! Atores e atrizes pornôs morrem o tempo todo de AIDS, overdoses de drogas, suicídios, etc. Por favor, parem de olhar pornografia”.</p>
<p><em>Veja a entrevista completa <a href="http://www.theporneffect.com/april-garris/314-april-garris-a-jennifer-case">aqui</a>.</em></p>
<p><em>Fonte: <a href="http://www.overbo.com.br/" target="_blank">O Verbo</a> / <a href="http://www.juliosevero.com/" target="_blank">www.juliosevero.com</a></em></p>
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		<title>A melhor solução contra o estresse</title>
		<link>http://conselhonacional.org.br/2011/01/05/a-melhor-solucao-contra-o-estresse/</link>
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		<pubDate>Wed, 05 Jan 2011 12:09:08 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A fé pode ser uma arma eficaz no combate às crises físicas e emocionais.

Dia de calor intenso em uma metrópole qualquer, com trânsito engarrafado e muita gente tocando a buzina. Motoristas em dois pontos distintos da cidade olham o relógio e se angustiam com o atraso iminente. Além do infortúnio diante da perspectiva de mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-2003" href="http://conselhonacional.org.br/2011/01/05/a-melhor-solucao-contra-o-estresse/79221_me_estresse/"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2003" title="79221_ME_Estresse" src="http://conselhonacional.org.br/wp-content/uploads/2011/01/79221_ME_Estresse-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>A fé pode ser uma arma eficaz no combate às crises físicas e emocionais.</p>
<p><span id="more-2002"></span></p>
<p>Dia de calor intenso em uma metrópole qualquer, com trânsito engarrafado e muita gente tocando a buzina. Motoristas em dois pontos distintos da cidade olham o relógio e se angustiam com o atraso iminente. Além do infortúnio diante da perspectiva de mais um dia atribulado, ambos estão enfrentando dificuldades em seu ambiente de trabalho, tensões em casa e problemas de saúde. Na cabeça deles, tudo e todos parecem conspirar contra sua paz de espírito – o sujeito do carro da frente que muda de faixa sem usar a seta, o banco que enviou o boleto dois dias depois do vencimento, o bombeiro que ficou de consertar o vazamento “ontem sem falta” e simplesmente não apareceu. Nenhum daqueles dois sabe, mas da próxima vez que consultarem o médico, receberão a notícia de que são vítimas do estresse. Detalhe: um deles é pastor.</p>
<p>Há quatro ou cinco décadas, esta última informação causaria estranheza. Mesmo hoje em dia, para algumas denominações extremamente conservadoras, quem canta que “a alegria está no coração de quem conhece Jesus” e se cumprimenta com “a paz do Senhor” não tem direito de alegar estresse para justificar esgotamento físico, mental ou muito menos espiritual. No entanto, a realidade é bem diferente, e até alguns dos próprios líderes que defendem essa <em>imunidade</em> dos cristãos padecem do chamado “mal do século” ― ou, mais apropriadamente, “mal dos séculos”, já que continua, literalmente, tirando o sono de muita gente mesmo depois da virada do milênio.</p>
<p>“Estado gerado pela percepção de estímulos que provocam excitação emocional e, ao perturbarem a homeostasia, levam o organismo a disparar um processo de adaptação caracterizado pelo aumento da secreção de adrenalina, com várias consequências sistêmicas.”Esta definição do <em>Dicionário Houaiss da língua portuguesa</em>, com seus termos pouco compreensíveis para o leigo em medicina, revela a ambiguidade do termo “estresse”. Ao mesmo tempo em que fala do “processo de adaptação” que ele desencadeia, também aponta para as “consequências sistêmicas” que quase todo mundo tem facilidade para reconhecer. A cardiologista Cecília Teixeira de Carvalho cita alguns desses sinais: “Irritabilidade, insônia, perda de apetite, dificuldade na concentração, diminuição da memória, impotência sexual”, enumera. “Além disso, o quadro de estresse pode vir acompanhado de distúrbios psicológicos, como depressão ou agitação. Esses são os sintomas mais comuns.”</p>
<p>Ela alerta para o fato de que, apesar da grande quantidade de homens diagnosticados como vítimas, o problema não é uma exclusividade de gênero. Hoje em dia, estressados não usam apenas terno e gravata.  Por conta da múltipla jornada de trabalho, as mulheres são extremamente vulneráveis a esse mal. “Ao se emancipar, a mulher piorou sua qualidade de vida. Assumiu responsabilidades que antes eram apenas dos homens”, afirma a médica. No caso delas, a angústia pelas horas longe de casa, sem poder atender as necessidades dos filhos, é um fator estressante a mais. “Hoje em dia é muito difícil se manter sem estresse. O mundo atual foi formatado para termos doses diária”, afirma.</p>
<p>Ainda que, ao longo da história, todos os seres humanos, inclusive heróis bíblicos (<em>ver abaixo</em>), tenham sofrido algum tipo de pressão, em maior ou menor grau, a identificação do estresse como tal é bem recente, e sua associação com a vida moderna é praticamente automática. “Podemos dizer que estamos vivendo a era do estresse, em que a ansiedade tem estado presente no cotidiano das pessoas cada vez mais intensamente”, opina Geraldo José Ballone, psiquiatra e professor universitário da especialidade. Segundo ele, são vários os fatores atuais que contribuem para a formação de um quadro de estresse, como a competitividade, a exigência do sucesso, a conquista do espaço socioeconômico e a violência urbana, entre outros.</p>
<p>Ballone chama a atenção para o fato de que o estresse não é necessariamente um inimigo das pessoas. “Há um elemento natural e fisiológico. Trata-se de uma ferramenta ou um recurso do qual animais e seres humanos são dotados para a própria sobrevivência”, observa. O especialista diz que uma pessoa precisa do estresse para fugir de um perigo, por exemplo. Entretanto, em geral, o que acomete o indivíduo é um estresse patológico, que causa descompensação, e não adaptação a uma nova situação. “Este quadro é fruto das exigências da vida moderna”, explica.</p>
<p><strong>Mente aberta – </strong>Se, como parece consenso entre suas vítimas, oestresse está presente em todos os ambientes – no trabalho, no lar, na escola, no círculo de amizades, na comunidade local ―, é ingenuidade acreditar que não frequente os gabinetes pastorais. Aconselhar pessoas que enfrentam esse problema deixou há muito tempo de ser novidade para o pastor Eduardo Baldaci de Lima, da Primeira Igreja Batista de Cuiabá (MT). “Não só no gabinete, mas também nas áreas de atuação secular aonde Deus tem me levado, encontro pessoas com este problema”, garante. Segundo ele, isso independe de confissão religiosa ou classe social. “Recebo dezenas de pedidos de oração sobre problemas que, na realidade, são ocasionados pelo estresse”, revela o ministro.</p>
<p>Baldaci não acha que problemas como ansiedade ou depressão signifiquem falta de fé ou de comunhão com Deus. “Eu diria que conheço muitos crentes fiéis que, em determinados momentos, tiveram estresse por causa da ansiedade”. Em sua opinião, é um erro criticar as pessoas, inclusive as evangélicas, que precisam de ajuda. “Acho muito fácil condenar o estresse na vida do próximo. O difícil é controlá-lo em nossa vida”, aponta. “Somos pecadores regenerados em busca da santificação, num processo que só termina em nossa morte. Assim sendo, enquanto somos ameaçados material e espiritualmente o tempo todo neste mundo, acontece uma verdadeira batalha espiritual.”</p>
<p>E o problema não está confinado à cadeira do que pede aconselhamento e oração. Do outro lado da mesa pode estar outra pessoa que precisa do mesmo tipo de ajuda – só que, no caso do pastor, nem sempre há a quem recorrer. Médico e pastor presidente da Igreja Maranata, Paulo Cesar Brito vê com frequência colegas de ministério apresentando um quadro típico de estresse. “Pastores são pessoas normais, sujeitas às mesmas agressões do ambiente ou da vida”, afirma. “Eles sentem, sofrem e se decepcionam. Então, por que não teriam estresse?” Brito ressalta ainda o fato de que os pastores não se limitam a resolver os próprios problemas: eles também devem se preocupar com as dificuldades enfrentadas por suas ovelhas, o que potencializa a pressão.</p>
<p>O pastor participa da opinião de que é inútil negar ao cristão o, digamos, direito de se estressar. “É claro que o Evangelho, quando entendido e obedecido, nos ajuda a superar nossos obstáculos”, opina. “O Senhor Jesus é a maior fonte de alívio e descanso para nossa alma. Mas não posso negar que os dramas dos outros também nos atingem. Como ficar impassível diante do filho que se envolve com drogas? Ou do marido que resolve arranjar uma amante? Não somos uma ilha”, defende. “A Palavra nos ensina a chorar com os que choram. E ninguém chora sem uma parcela de estresse.”</p>
<p><strong>Momentos críticos – </strong>A jornalista Élidi Freitas de Miranda sabe bem o prejuízo físico e mental que o estresse pode causar. Certa vez, recebeu de sua médica uma licença de três dias. Não havia nenhuma infecção ou dor física – apenas um quadro somático em função de pressões no trabalho. “Eu tinha uma chefe que me perseguia e tinha prazer em me prejudicar”, lembra a repórter, que é evangélica. “Aquilo estava me fazendo muito mal. Sentia aperto no peito, taquicardia, muita irritação”. Além dos dias em casa e da recomendação de relaxar, ela saiu do consultório com uma receita de calmante. “Se estou estressada, começo a descontar minha angústia nas pessoas, mas depois que episódios desagradáveis acontecem, paro, reflito e penso que preciso me acalmar”, diz.</p>
<p>Mas a medicação não é a única maneira que Élidi encontra de combater o estresse. Sua fé em Jesus também tem um caráter terapêutico no processo. “Tenho aprendido a pensar duas vezes antes de responder a uma ofensa”, admite. “Não adianta querer que o mundo seja do meu jeito, porque ele não vai ser”. A dificuldade fez com que ela não apenas enxergasse a vida por outras lentes, mas também identificasse a atuação do Senhor. “Vejo Deus me ensinando a confiar mais nele, e a pôr em prática o domínio próprio, que é fruto do Espírito Santo.”</p>
<p>No caso de Ivete, nome fictício da mulher de um pastor do Rio de Janeiro que prefere não se identificar, a simples mudança de um bairro para outro da cidade foi suficiente para desencadear uma série de reações, como tonteira, melancolia e até pânico. É claro que a combinação de fatores preparou o terreno para essa crise pessoal, mas a necessidade de revisão no padrão de vida – incluindo o uso diário de ônibus lotados para chegar ao trabalho e voltar para casa – foi a gota d’água. O problema se repetiu depois, quando teve de enfrentar nova mudança, dessa vez para outra cidade, acompanhando o ministério do marido. Mas havia outras coisas, como a nem sempre fácil convivência com os irmãos e os problemas da congregação que frequentava. “Lidar com situações nada agradáveis que surgiram na igreja me levaram a uma nova crise. Tive de usar medicamentos”, conta.</p>
<p>Passado o pior momento, Ivete resolveu interromper o tratamento dois meses depois. Usando uma nem sempre recomendável confiança espiritual, ela preferiu fazer da fé o seu remédio. “Senti que Deus queria assim”, resume. Mas também tratou de mudar algumas coisas. Se os problemas cotidianos são inevitáveis, ela resolveu reservar para si mesma mais momentos de prazer. “Resolvi fazer trabalhos manuais”, diz. “A ocupação contribui em grande medida para prevenir uma nova crise”. Contudo, a mulher reconhece que o estresse sempre está à porta. “Nossa vida é uma batalha constante” resigna-se.</p>
<p><strong>Como tratar – </strong>O que funciona bem na vida de uns não pode, claro, ser encarado como solução ou caminho para todos os casos em que o estresse torna-se um mal. Cada pessoa, afinal, tem suas peculiaridades – e o quadro se desenvolve em diferentes escalas, dependendo do indivíduo. O psicoterapeuta e pastor Zenon Lotufo Jr., coordenador do curso de espiritualidade no aconselhamento e na psicoterapia do Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) e um dos autores do livro <em>Influências da religião sobre a saúde mental</em>, explica que o problema deve ser abordado gradualmente. “Primeiro, é preciso identificar e procurar atenuar as pressões que a pessoa faz sobre si, tais como o perfeccionismo e a dificuldade de dizer ‘não’”, enumera. “Depois, deve-se treiná-la em técnicas como relaxamento, meditação e respiração profunda. Finalmente, discutir a possibilidade de mudanças objetivas em seu estilo de vida, o que pode  envolver abrir mão de certas atividades, procurar outro trabalho e praticar exercícios físicos.”</p>
<p>Segundo ele, no caso de pessoas religiosas, é importante também a orientação em determinadas formas de oração e de outras práticas espirituais. “Para o crente, compreender o real significado da graça de Deus e procurar levá-la em conta em seu dia a dia é o grande remédio, preventivo e curativo, para lidar com o estresse. É preciso, aliás, ter em mente que a ideia da graça divina tem um sentido quando relacionada a um Pai amoroso e perdoador, e outro, bastante diferente, quando ligada a um Deus arbitrário e punitivo”. Lotufo destaca ainda a importância de certas disciplinas espirituais que, aos poucos, os protestantes vão redescobrindo, depois de deixá-las de lado por muito tempo por associá-las ao catolicismo. “Isso pode ter grande valor para a manutenção do equilíbrio emocional”, afirma.</p>
<p>Geraldo Ballone concorda que a experiência espiritual pode ser muito útil no combate ao estresse. “A religião, quando serve como inspiração para reflexões, estimula escalas de valores não materialistas e incentiva a compreensão do próximo – aquele que pode ser nossa maior fonte de frustrações –, contribui sobremaneira para uma qualidade de vida emocional melhor”, reconhece. “Além disso, a fé e a esperança são sempre um alento nos momentos de grande sobrecarga emocional.”  </p>
<p>Contudo, Paulo Cesar Brito aconselha a que o cristão tome cuidado para não se iludir com a ideia de que basta crer em Deus para manter o estresse à distância. “Esse negócio de querer parar de sofrer é utopia. Sofreremos enquanto este mundo estiver debaixo da maldição do pecado”, ensina. Sendo assim, o que fazer? Ele responde como pastor e médico: “Procurar colocar nossa vontade em submissão à vontade de Deus, orar para que situações sejam mudadas, não se revoltar quando as coisas não saem da forma que queremos e respeitar nossos limites. Há tempo para tudo nesta vida. Todo excesso é prejudicial. Precisamos de alimentação equilibrada, dormir bem, tirar férias e fazer exercícios. Até Deus descansou no sétimo dia”, finaliza.</p>
<p><strong>Fé, um santo remédio</strong></p>
<p>Já que provar cientificamente a existência de Deus parece ser um projeto ainda inatingível, cada vez mais estudiosos se concentram em estudos sobre os efeitos da espiritualidade no ser humano. Uma pesquisa realizada por especialistas da Universidade de Toronto Scarborough, no Canadá, deu mais um passo na identificação dos benefícios da fé, que ultimamente tem sido cada vez mais apontada como fator de bem estar e resistência a doenças. Segundo o estudo, quanto maior é a crença de uma pessoa em Deus, menor é sua vulnerabilidade aos efeitos do estresse. O levantamento, coordenado pelo professor Michael Inzlicht, do Departamento de Psicologia daquela instituição, foi publicado na prestigiada revista <em>Psychological Science</em>.</p>
<p>Inzlicht e mais três pesquisadores procuram demonstrar que a convicção religiosa é caracterizada pela redução nas atividades de uma região do cérebro denominada córtex anterior cingulado. Trata-se de um sistema envolvido na experiência da ansiedade e, segundo o texto da pesquisa, “importante pela autorregulação”. Em outras palavras, o que os exames nos voluntários envolvidos – adeptos de várias confissões – demonstraram é que o zelo religioso e a fé em Deus ajudam a compreender e lidar melhor com situações difíceis ou críticas. Estes apresentaram menos ansiedade do que as pessoas sem religião que também se submeteram aos testes.</p>
<p><strong>Os estressados da Bíblia</strong></p>
<p>Há vários exemplos de pessoas que passaram por momentos de forte pressão nas Escrituras. Veja o que você pode aprender com algumas delas:</p>
<p><strong>Viciado em trabalho</strong></p>
<p><em>No dia seguinte Moisés sentou-se para julgar as questões do povo e ficou ocupado desde a manhã até a noite. Quando Jetro viu tudo o que Moisés estava fazendo, perguntou: — Por que você está agindo assim? Por que está resolvendo sozinho os problemas do povo, com todas essas pessoas em pé ao seu redor, desde a manhã até a noite? Moisés respondeu: — Eu tenho de fazer isso porque as pessoas vêm falar comigo para saber o que Deus quer. Quando duas pessoas têm uma questão, elas vêm falar comigo para que eu resolva quem está certo. E explico os mandamentos e as leis de Deus a todos. Então Jetro disse: — O que você está fazendo não está certo. Desse jeito você vai ficar cansado demais, e o povo também. Isso é muito trabalho para você fazer sozinho </em>(Gênesis 18:13-18).</p>
<p>Até receber a visita do sogro, Moisés mantinha um péssimo vício: gostava de centralizar todas as decisões. Desde as questões mais simples, como as disputas de vizinhos pela posse de um animal, até as pendengas maiores, envolvendo clãs inteiros, tudo era levado ao líder. Com excesso de preocupações e afazeres, ele chegava ao fim do dia esgotado e estressado. Jetro percebeu o problema e deu o conselho que faria a grande diferença na vida de Moisés e serviria de exemplo até os nossos dias. Descentralizar a administração dos problemas, sejam eles caseiros ou corporativos, é uma boa maneira de evitar a sobrecarga. Além disso, por mais que você goste de trabalhar, o corpo e a mente precisam de descanso e lazer para se reabastecer.</p>
<p><strong>Drama de consciência</strong></p>
<p><em>Quando Saul voltou da luta contra os filisteus, soube que Davi estava na região deserta que fica perto da fonte de Gedi. Então escolheu três mil dos melhores soldados de Israel e foi com eles procurar Davi e os seus homens a leste das Rochas dos Cabritos Selvagens. Saul chegou a uma caverna junto de alguns currais de ovelhas, perto da estrada, e entrou ali para satisfazer as suas necessidades. Aconteceu que Davi e os seus homens estavam escondidos mais no fundo da caverna. Então eles disseram a Davi: — Esta é a sua oportunidade! O SENHOR Deus disse que lhe entregaria o seu inimigo e que você poderia fazer com ele o que quisesse. Então Davi se arrastou de mansinho até onde estava Saul e cortou um pedaço da capa dele, sem que ele percebesse. Mas aí a consciência de Davi começou a doer porque ele havia cortado um pedaço da roupa de Saul [...] Davi saiu atrás dele e gritou: — Rei Saul! Ele virou-se, e Davi, em sinal de respeito, se ajoelhou e encostou o rosto no chão. Então disse: — Por que é que o senhor dá atenção às pessoas que dizem que eu quero prejudicá-lo? </em>(1Samuel 24:1-5,8-9).</p>
<p>A situação de Davi já era estressante por si. Apesar de não ter nenhuma intenção de tomar o poder de Saul, estava sendo perseguido pelo rei e “três mil dos melhores soldados de Israel”. Para aumentar a pressão, convencido por seus homens, Davi aproveitou um momento de vulnerabilidade de Saul e cortou um pedaço da capa dele. Contudo, sua consciência não o deixou em paz enquanto não procurou seu perseguidor. Se postergar o enfrentamento de dificuldades é desaconselhável, acumular preocupações só serve para potencializar o estresse. Evite empurrar os problemas com a barriga. Cada adversidade vencida é um peso a menos sobre os ombros.</p>
<p><strong>O profeta contrariado</strong></p>
<p><em>Jonas entrou na cidade, andou um dia inteiro e então começou a anunciar: — Dentro de quarenta dias, Nínive será destruída! Então os moradores de Nínive creram em Deus e resolveram que cada um devia jejuar. E todos, desde os mais importantes até os mais humildes, vestiram roupa feita de pano grosseiro a fim de mostrar que estavam arrependidos. Deus viu o que eles fizeram e como abandonaram os seus maus caminhos. Então mudou de idéia e não castigou a cidade como tinha dito que faria. Por causa disso, Jonas ficou com raiva e muito aborrecido </em>(Jonas 3:4-5,10; 4:1).</p>
<p>Para Jonas, Nínive não merecia perdão. Em sua opinião, aquele povo corrupto tinha mesmo de ser destruído. Por isso, quando Deus aceita o arrependimento da cidade e oferece perdão, o profeta fica indignado e decepcionado. Chega a pedir a Deus que lhe tire a vida &#8211; talvez estivesse apenas <em>fazendo drama</em>, mas essa é outra discussão. Muita gente se estressa porque não aceita pontos de vista diferentes. Nem sempre as coisas acontecem do jeito que a gente quer. Ser contrariado faz parte da experiência humana, e você certamente vai aproveitar melhor a vida (e as noites de sono) se aprender a lidar com isso.</p>
<p><strong>A força da oração</strong></p>
<p><em>Jesus saiu e foi, como de costume, ao monte das Oliveiras; e os seus discípulos foram com ele. Quando chegou ao lugar escolhido, Jesus disse: — Orem pedindo que vocês não sejam tentados. Então se afastou a uma distância de mais ou menos trinta metros. Ajoelhou-se e começou a orar, dizendo: — Pai, se queres, afasta de mim este cálice de sofrimento! Porém que não seja feito o que eu quero, mas o que tu queres. [Então um anjo do céu apareceu e o animava. Cheio de uma grande aflição, Jesus orava com mais força ainda. O seu suor era como gotas de sangue caindo no chão] </em>(Lucas 22:39-44).</p>
<p>Às vésperas de sua crucificação, o Salvador sentiu “uma grande aflição” (outras versões afirmam que ele estava “em agonia”). É difícil imaginar uma situação mais estressante que essa. Seu nível de tensão era tão alto que provocou um fenômeno muito raro, a hematidrose (hemorragia das glândulas que produzem o suor). Jesus encontrou na oração o alívio para sua angústia. A ciência tem confirmado o que a Bíblia mostra há séculos: a fé como um importante fator de combate ao estresse. É por isso que muitas empresas e organizações passaram a ver com bons olhos a ideia de cultivar a espiritualidade no ambiente de serviço. É desnecessário dizer o que a oração também produz na vida em família.</p>
<p><strong>Fogo amigo</strong></p>
<p><em>Pois pelo poder de Deus fui feito apóstolo para anunciar o evangelho aos não-judeus, assim como Pedro foi feito apóstolo para anunciar o evangelho aos judeus [...] Porém, quando Pedro veio para Antioquia da Síria, eu fiquei contra ele em público porque ele estava completamente errado </em>(Gálatas 2:8,11).</p>
<p>Houve um momento bem no início da história da Igreja em que muitos dos primeiros convertidos, de origem judaica, decidiram que os não judeus (gentios) que estavam adotando a fé cristã deveriam se submeter aos mesmos ritos que eles, inclusive a circuncisão. O apóstolo Paulo discordava e achava que Pedro era da mesma opinião. No entanto, Pedro mudava o discurso quando havia judeus por perto. Aquele conflito causou forte tensão entre os dois. Paulo <em>perdeu as estribeiras</em> com Pedro. No fim, chegou-se a uma solução. Conflitos pessoais, seja no âmbito da família, das amizades ou do trabalho, costumam contribuir para um quadro de estresse. Uma conversa é, muitas vezes, suficiente para aliviar o peso de determinada circunstância adversa. Dialogue. Negocie.</p>
<p><strong><em>Por A. Filho e Viviane Castanheira</em></strong></p>
<p><em><strong>Fonte: cristianismohoje.com.br</strong></em></p>
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		<title>O poder do toque</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Jan 2011 17:37:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin2</dc:creator>
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<p><span id="more-1996"></span></p>
<p>Dar e receber contato físico são experiências fundamentais para o desenvolvimento humano. A pele, além de ser o maior órgão do corpo, é também o receptor do sentido do tato. Através dela, a sensação do toque que damos ou recebemos chega rapidamente ao cérebro, transmitindo-nos tanto o prazer quanto o desconforto dos contatos corporais.</p>
<p>Na nossa espécie, a experiência tátil começa desde a fase fetal. No útero, o bebê recebe estímulos sensoriais o tempo todo através da pele. Nos momentos que antecedem ao parto normal, são os estímulos corporais que sinalizam tanto à gestante quanto ao nascituro que é hora da chegada de um novo ser ao mundo. E é também no contato corporal com a mãe que a criança faz sua primeira comunicação com o mundo externo. Através desta interação física, o recém-nascido pode receber novamente o conforto perdido da vida intrauterina e experimentar o calor e a segurança tão necessários para sua adaptação e desenvolvimento nos primeiros anos de vida.</p>
<p>O contato através da pele é um meio potente de comunicação que poderá ser desenvolvido ou bloqueado. Na verdade, as pessoas deveriam se tocar mais. Em muitas situações da vida, um toque é sempre importante e pode mesmo ser terapêutico. Uma pessoa entristecida, por exemplo, pode ser confortada através de um abraço demorado e acolhedor. Momentos de sofrimento podem ser aliviados quando alguém toca o ombro ou segura a mão de quem sofre; aquele que chora precisa de quem, suavemente, lhe enxugue as lágrimas, e assim por diante. Quem já desenvolveu essa sensibilidade saberá o tamanho, a forma e a intensidade de como deve ser o contato físico.</p>
<p>Numa sociedade erotizada como a nossa, qualquer referência a toques entre seres humanos tende logo a receber conotação sexual. Contudo, o ato de tocar também passa pelo interesse genuíno e cheio de amor pelo próximo, pelo desejo profundo de dar e receber afeto. A falta do contato físico tem acarretado muitos danos ao ser humano – e não apenas no desenvolvimento de algumas doenças físicas, mas também na interação social do indivíduo e na sua capacidade de expressar amor e criar vínculos. Ashley Montagu, antropólogo inglês e autor do livro <em>Tocar – O significado humano da pele</em>, cita em sua obra que a falta de contato físico e do aconchego do colo pode aprisionar uma pessoa dentro de si mesma, dificultando tanto sua caminhada na direção do outro como a aceitação da proximidade com outras pessoas. Para ele, o contato ajuda o ser humano a ultrapassar a barreira da sua própria pele, a qual o separa do seu mundo externo. Assim, o ato de tocar funciona também como uma espécie de libertação.</p>
<p>Há várias razões pelas quais podemos ter dificuldades tanto em dar como em receber o toque. A primeira delas é simples: não tocamos porque não fomos tocados por aqueles que cuidaram de nós e não sabiam da importância deste contato. E a dor causada pela ausência do toque poderá se manifestar de forma intensa e insuportável quando somos tocados ou desejamos tocar. Segundo, porque muitos de nós nascemos de pais que não sabiam separar o toque amoroso e carinhoso do contato visando relacionamento sexual. E dessa forma, além de passarem uma idéia distorcida do carinho, também não deram aos filhos a interação física tão necessária, não apenas no início da vida, mas também quando deixam a infância.</p>
<p>Em terceiro lugar, não tocamos nem nos deixamos tocar porque, em algum momento de nossa vida – ou mesmo repetidamente –, fomos tocados de forma abusiva, egoísta e até com violência. Uma mulher em psicoterapia me relatou que foi molestada e abusada sexualmente na infância por um homem próximo de sua família. Ela tinha o desejo de segurar minha mão e até receber um abraço em nossos encontros, mas a cada vez que tentava se aproximar, lembranças repugnantes e doloridas vinham à sua mente. No entanto, ela não desistiu, e aos poucos ultrapassou as sensações que tinha registrado em sua memória. E, aprendeu a dar e receber o toque carinhoso e desinteressado dos que estavam à sua volta.</p>
<p>Cristo Jesus não se esquivou de ser tocado e nem de tocar. Ele pegou as crianças no colo e colocou as mãos sobre suas cabeças abençoando-as. Tocou os enfermos afastados do convívio social, os excluídos e também os amigos. Estava livre, da mesma forma, para receber o contato físico das mulheres, inclusive das marginalizadas, assim como dos doentes e de seus discípulos. Tanto que João, na última ceia, é acolhido quando reclina a cabeça sobre o peito do Mestre.</p>
<p>Como filhos de Deus, somos chamados a expressar amor não somente com palavras, mas com ternas manifestações de carinho e aconchego. Além de aceitarmos a redenção eterna que há na cruz, também precisamos de Cristo para redimir nossos afetos e assim nos doarmos mais através da interação e do toque físico.</p>
<p><em>Fonte: cristianismohoje.com.br</em></p>
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