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	<title>Conselho Nacional O Brasil para Cristo &#187; Artigos e Estudos</title>
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	<description>Tempo de viver as promessas de Deus</description>
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		<title>Deus é onipotente</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Mar 2012 14:25:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos e Estudos]]></category>
		<category><![CDATA[Colaboradores OBPC]]></category>
		<category><![CDATA[direita3]]></category>

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		<description><![CDATA[Para Deus tudo é possível.
Aquela dorzinha de cabeça ele cura. Ele pode criar planetas! Pode curar um torcicolo e também ressuscitar os mortos!
Para Deus não há impossível. Se Deus o atendesse hoje, um único pedido seu, o que você pediria? Restaurar seu casamento, resolver algum problema na justiça, curar alguma doença, ajustar alguma situação financeira ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://conselhonacional.org.br/wp-content/uploads/2012/03/pr_miguel.jpg" rel="shadowbox[sbpost-3590];player=img;"><img class="alignleft size-full wp-image-3592" title="pr_miguel" src="http://conselhonacional.org.br/wp-content/uploads/2012/03/pr_miguel.jpg" alt="" width="88" height="124" /></a>Para Deus tudo é possível.<br />
Aquela dorzinha de cabeça ele cura. Ele pode criar planetas! Pode curar um torcicolo e também ressuscitar os mortos!</p>
<p>Para Deus não há impossível. Se Deus o atendesse hoje, um único pedido seu, o que você pediria? Restaurar seu casamento, resolver algum problema na justiça, curar alguma doença, ajustar alguma situação financeira ou sentimental ou o que?</p>
<p>O problema é que nem sempre temos fé para levar a Deus essa nossa inquietação. Dentro de nós alguma coisa diz: não tem outro jeito se não esperar. Em outras palavras estamos di- zendo: não cremos que Deus tenha poder suficiente para inter- vir e resolver isso.</p>
<p>No entanto, Deus pode sim. Nós temos consciência disso, mas a perdemos por reduzir nosso contato com o Soberano.</p>
<p>Lembram-se do moço de Eliseu? Levantando-se cedo, saiu e viu a cidade cercada pelos inimigos, com cavalos e carros. Desesperado gritou: Ai meu Senhor, o que faremos? Esse moço viu milagres como nós vimos, ele tinha experiências com Deus, como nós temos. Então o que lhe faltou naquele momento? Fé. A resposta do profeta foi: Não temas; porque mais são os que estão conosco do que os que estão com eles! A seguir orou pelo moço e se lhe abriram os olhos e viu que em redor de Eli- seu estava cheio de cavalos e carro de fogo e sossegou, voltou a ter fé!</p>
<p>Espero que Deus me use neste momento como usou o profeta Eliseu e ao invés de você olhar para os inimigos, representados pela situação que o aperta, possa estar olhando para Jesus, o autor e consumador da nossa Fé e ao redor dele ver, miríades de anjos prontos a realizar o propósito Dele!</p>
<p>Deus tem procurado por você muito mais do que você por Ele! Restabeleça a intimidade com Jesus, abra sua mente e coração e tenha fé para receber o que precisa de Deus.</p>
<p>Medite:</p>
<p>Porque a minha mão fez todas estas coisas, e todas vieram a existir, diz o Senhor, mas o homem para quem olharei é este: o aflito e abatido de espírito e que treme da minha palavra. Isaias 66:2</p>
<p style="text-align: center;">Pr. Miguel Sindaz<br />
Primeiro Secretário do Conselho Nacional</p>
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		<title>Não seja negativo em suas expectativas, mas positivo.</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Mar 2012 14:06:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos e Estudos]]></category>
		<category><![CDATA[Palavra do Presidente]]></category>
		<category><![CDATA[esquerda2]]></category>

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Não seja negativo em suas expectativas, mas positivo.
No capítulo cinco e versos um a onze do evangelho de Lucas aprendemos uma tremenda lição com Jesus e os seus futuros discípulos. Queridos companheiros de luta, os insucessos de ontem não podem nos desanimar, por- que todos nós passamos por eles. Estes pescadores diz o tex- to: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<div>
<p><em><strong><a href="http://conselhonacional.org.br/wp-content/uploads/2011/02/pr.ivan_.jpg" rel="shadowbox[sbpost-3581];player=img;"><img class="alignleft size-full wp-image-2103" title="pr.ivan" src="http://conselhonacional.org.br/wp-content/uploads/2011/02/pr.ivan_.jpg" alt="" width="111" height="140" /></a>Não seja negativo em suas expectativas, mas positivo.</strong></em></p>
<p>No capítulo cinco e versos um a onze do evangelho de Lucas aprendemos uma tremenda lição com Jesus e os seus futuros discípulos. Queridos companheiros de luta, os insucessos de ontem não podem nos desanimar, por- que todos nós passamos por eles. Estes pescadores diz o tex- to: “que estavam lavando as suas redes,” a despeito de não terem pescado nada na noite anterior, prepararam tudo para voltarem ao mar no próximo anoitecer. Sempre transforme os insucessos em preciosas lições para as grandes vitórias de sua vida, e jamais fiquemos chorando em cima dos túmulos das derrotas temporárias, antes se cerque de pessoas que lhe pos- sam ajuda-lo e não seja absoluto, alicerçando-se no orgulho de vencer sozinho. Jesus pediu ajuda aos pescadores: “Viu à beira do lago dois barcos, deixados ali pelos pescadores&#8230; Entrou num dos barcos, o que pertencia a Simão, e pediu-lhe que o afastasse um pouco da praia.” Se nosso Senhor Jesus preci- sou de ajuda, quem de nós não precisa? Somente os soberbos, pensam que são autossuficientes e absolutos, mas quando re- conhecemos nossas insuficiências diante dos desafios do mi- nistério e permitimos que Jesus entre em nosso barco, então as coisas mais inusitadas e ilógicas acontecem. O rude barco de Pedro vira em púlpito para que Jesus falasse a multidão que o apertava entre a praia e o lago de Genesaré. A segunda coisa inusitada que acontece é a palavra de milagre liberada por Je- sus a eles: Tendo acabado de falar, disse a Simão: “Vá para onde as águas são mais fundas”, e a todos: “Lancem as redes para a pesca”. Pedro dentro da lógica argumenta, mas obedece a ordem ilógica de Jesus: “Mestre, esforçamo-nos a noite in- teira e não pegamos nada. Mas, porque és tu quem está di- zendo isto, vou lançar as redes”. O argumento de Pedro está dentro da lógica humana, mas a obediência não, ela é ilógica, pois quando agimos pela palavra do Senhor é pura fé e então somos surpreendidos com o inusitado, o ilógico e o impossí- vel pois só Deus pode fazer. “Quando o fizeram, pegaram tal quantidade de peixes que as redes começaram a rasgar-se. Então fizeram sinais a seus companheiros no outro barco, para que viessem ajudá-los; e eles vieram e encheram am- bos os barcos, ao ponto de começarem a afundar.” Os únicos barcos que quase afundão do impossível humano, mas natural para Deus, são daqueles que não ficam chorando no túmulo dos insucessos passados, dos que pedem ajuda as pessoas cer- tas, dos que dispões o que tem a serviço do reino e dos que obedecem a ilógica ordem de lançar as redes na hora que não dá peixe, estes verão e receberão os muitos bens necessários para esta vida e um ministério profícuo diante dos homens e de Deus. Por fim Pedro adora a Jesus e ouve as palavras mais preciosas que um cervo do Senhor poderia ouvir: “Não tenha medo; de agora em diante você será pescador de homens”. Eles então arrastaram seus barcos para a praia, deixaram tudo e o seguiram. Vamos companheiros na força de nosso Deus e então conquistaremos para Ele tudo o que jamais pen- samos conquistar, e com Ele receberemos os bens desta terra, e a vida do por vir nos será reservada.</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O santo e o profano. Quem gostou faz barulho!‏</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 13:44:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin2</dc:creator>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[esquerda2]]></category>

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		<description><![CDATA[

A igreja brasileira está prestes a entrar em uma profunda crise de identidade, na verdade já se iniciou o processo para isso, e infelizmente é um caminho sem volta.

Outro dia escrevi um artigo chamado “O porco, a pomba e um festival de promessas“. Logo teve uma repercussão muito grande e recebi e-mails de muita gente, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe id="twttrHubFrame" style="position: absolute; width: 10px; height: 10px; top: -9999em;" src="http://platform.twitter.com/widgets/hub.1324331373.html" frameborder="0" scrolling="no" width="320" height="240"></iframe></p>
<p><a href="http://conselhonacional.org.br/2012/01/05/3340/ovelha_preto_e_branco/" rel="attachment wp-att-3341"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-3341" title="ovelha_preto_e_branco" src="http://conselhonacional.org.br/wp-content/uploads/2012/01/ovelha_preto_e_branco-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p>A igreja brasileira está prestes a entrar em uma profunda crise de identidade, na verdade já se iniciou o processo para isso, e infelizmente é um caminho sem volta.</p>
<p><span id="more-3340"></span></p>
<p>Outro dia escrevi um artigo chamado “<a title="" href="http://artigos.gospelprime.com.br/o-porco-a-pomba-e-um-festival-de-promessas/">O porco, a pomba e um festival de promessas</a>“. Logo teve uma repercussão muito grande e recebi e-mails de muita gente, uns criticavam, outros elogiavam, e como disse alguém, isso aqui é um caminho de mão dupla, por isso chamamos de diálogo, se fosse para valer apenas uma opinião, seria um monólogo. Por isso, respeitarei sempre, se por acaso você não concordar comigo.</p>
<p>Respeitosamente peço à você que leia e entenda que não escrevo de uma forma agressiva e preconceituosa, não é essa a minha intenção, você pode até discordar, mas se analisar cuidadosamente sobre o que escrevo pela luz da Bíblia, você verá que esses dias são de crise espiritual, e a igreja começou uma fase de esfriamento sem prescendentes em sua história.</p>
<p>Discordo totalmente de muitos otimistas que estão dizendo que os crentes no Brasil estão abafando, e que a palavra de Deus está sendo pregada como nunca e estamos em vitória! Além de discordar eu deixo uma pergunta: Será isso verdade? Vamos analisar com um pouco mais de atenção? Então por favor, continue a leitura, serei breve e direto.</p>
<p>Música serve para muitas coisas, tanto para louvor a Deus quanto para louvor ao homem. Podemos dizer que também é uma forma de pregar o evangelho, mas, pode ter certeza, que segundo a Bíblia, o papel principal da música é de LOUVOR A DEUS, ou seja, uma forma de comunhão do homem com Ele. Não estou dizendo que não podemos evangelizar com ela, claro que sim, óbvio que sim, mas a forma de levar o evangelho ao pecador ainda é o IDE e PREGAR, FALAR, ANUCIAR.</p>
<p>Talvez você pergunte, mas música não serve também para isso? Sim, outra vez digo que serve, mas não podemos substituir música por palavra pregada, ou pensar que ela tem essa finalidade e portanto dessa forma, dispensarmos as ferramentas espirituais que tem esse primordo papel.</p>
<p>Nunca tivemos tanto espaço na mídia e principalmente na Rede Globo, e música gospel tem sido a forma artística do povo chamado crente estar em evidência. Nossos cantores evangélicos estão em programas de televisão que jamais estiveram antes.</p>
<p>Nos poucos momentos de descanso nesse final de ano, aguçado pela curiosidade de saber que haveriam algumas atrações evangélicas nos programas da Globo, me sentei para assistir programas como “Caldeirão do Huck” e um outro chamado ” Esquenta”.</p>
<p>Fiquei angustiado ao ver o programa, “Esquenta” da Regina Casé. Foi de pasmar ver as mães de santo do candomblé dançando ao som de um hino de uma pseudo-pastora que cantava e “falava em línguas estranhas” em um antro de pecado e pecadores…</p>
<p>Foi também deprimente ver o apresentador Luciano Huck chamar o grupo Alagoinha e o cantor Pregador Luo, para cantarem seguidos de funk, axé, e outras imundícias, em um ambiente promíscuo e de sensualidade. Mas, pior que isso, foi escutar o próprio apresentador, que até onde eu sei se diz judeu não praticante, ou seja, um ímpio que não conhece a verdade, proferir a seguinte frase: “O Santo e o Profano tudo junto misturado aqui no Caldeirão!!! “Quem gostou faz barulho!!!</p>
<p>Pois bem… sei que tem gente pensando, por que não dar glória a Deus por isso? O evangelho não esta sendo pregado?! Bem, pode até estar.</p>
<p>Acontece que em todo esse movimento que estamos vendo, notei que não tem lugar e nem tempo para a PREGAÇÃO DA PALAVRA, e sabe por que? Porque pregação não gera lucros financeiros para a televisão.</p>
<p>Meu querido, em primeiro lugar: Você precisa entender que para o mundano, não tem problema nenhum essa mistura do santo com o profano, não vejo mal nenhum para a Rede Globo inovar suas atrações imundas com hinos de crentes. Já, não posso dizer o mesmo para o evangelho.</p>
<p>Nós crentes não podemos admitir isso, o santo não pode ser misturado com o imundo, ou você aceitaria o seu pastor levar em sua igreja o Michel Teló cantar ” O jeito é dar uma saidinha com você”?? e depois disso o seu mesmo querido pastor dizer: O Santo e o Profano misturado aqui na igreja, quem gostou diga aleluia!!!</p>
<p>Quando nós vamos cantar e participar da roda de escarnecedores, entenda uma coisa, estamos trazendo lixo para dentro da igreja e principalmente confusão para as pessoas , essa é a grande verdade, estão banalizando o evangelho e fazendo-o perder a excência Bíblica.</p>
<p>Paulo quando disse “Fiz-me tudo para todos, para por todos os meios chegar a salvar alguns”, não está em momento algum dando legalidade para o pecado, aliás, precisamos entender que satanás é o deus desse mundo, e ele usa todas as formas tanto para levar o homem à condenação eterna, quanto para confundir aqueles que querem seguir o evangelho.</p>
<p>Satanás tem o mundo organizado em sistemas políticos, culturais, econômicos e religiosos, que são naturalmente hostis a Deus e ao seu povo. Essa aproximação do Reino das trevas com a luz logo agora na proximidade da volta de Jesus, vejo como mais uma forma malígna para confundir, enganar e mentir para o povo de Deus, dizendo que o “Santo e o Profano ” juntos, é uma forma de evolução social e respeito pelas diferenças, dizem que isso é um jeito de expressar liberdade e mostra um desenvolvimento na mente social do nosso país. Pois, eu te digo uma coisa meu irmão; O evangelho da igreja primitiva ainda é o mesmo, Deus ainda é o mesmo, e pode estar certo que o Diabo não se converteu, ele continua caido e seu objetivo é derrotar a igreja.</p>
<p>Você sabe o que é apostasia? Caso não saiba, procure saber! Isso tudo o que está acontecendo com a igreja no Brasil é a forma mais genuína desse pecado chamado de apostasia! Ou seja, misturar o santo e o profano, deixar tudo parecido e ainda defender isso dizendo que é uma coisa boa.</p>
<p>A Bíblia nos fala muita coisa a respeito desse mundo (sistema maligno) como por exemplo:</p>
<p>Nesse mundo, somos forasteiros e peregrinos, não podemos nos misturar com o mundo, não devemos pertencer a esse mundo(Joao 15.19), não devemos amar o mundo (João 2.15), não devemos nos conformar com o mundo (Romanos 12.2), precisamos nos separar do mundo, (2.15), vencer o mundo (5.4), odiar a iniquidade do mundo (Hebreus 1.9) ser libertos do mundo (Cl 1.3), e acima de tudo, nosso papel é dizer que Deus levará para a eternidade um povo Santo, Zeloso, e de boas obras… que não se molda, conforma ou aceita as obras desse mundo que jaz no malígno e possui um príncipe chamado Satanás…</p>
<p>Mas, para você que talvez prefira um evangelho diferente, meus sinceros respeitos. Você tem livre arbítrio para pensar como quiser. Eu te sugiro a leitura de 2Timóteo capítulo 3, mas já te antecipo uma coisa, se você pensa que minha opinão é fundamentalista e extremista, nem leia o capítulo sugerido! Você vai ficar muito bravo com o apóstolo Paulo!</p>
<p>Deseja deixar um comentário ao contrário do que penso? Faça isso! Mas, use termos e versículos bíblicos, para defender sua opinião, faço até um desafio à você: usarei os pontos e versiculos biblicos que condenam essa aproximação e você tenta encontrar algum que mande o crente ir se assentar na “Roda de escarnecedores” como forma para pregar o evangelho. Aceita o desafio?</p>
<p>Quem gostou, (…) diga Glorias a Deus !!</p>
<p>Em Cristo;</p>
<p>Eliseu Soares</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.gospelprime.com.br">www.gospelprime.com.br</a></p>
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		<title>Palavra do Presidente sobre a Semana OBPC 2011</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov 2011 12:16:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael</dc:creator>
				<category><![CDATA[Palavra do Presidente]]></category>
		<category><![CDATA[direita1]]></category>

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		<description><![CDATA[Agradecimentos, muitos agradecimentos tenho no meu coração.
Primeiro a Deus depois aos diretores, colaboradores e voluntários que juntos fizeram deste evento marca na história da nossa denominação!

Também minha gratidão aos delegados procedentes de toda parte do país, uns de perto e outros das mais distantes cidades que comigo acreditaram que Deus estava conosco para realizar tão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://conselhonacional.org.br/wp-content/uploads/2011/02/pr.ivan_.jpg" rel="shadowbox[sbpost-3118];player=img;"><img class="alignleft size-full wp-image-2103" title="pr.ivan" src="http://conselhonacional.org.br/wp-content/uploads/2011/02/pr.ivan_.jpg" alt="" width="111" height="140" /></a>Agradecimentos, muitos agradecimentos tenho no meu coração.</p>
<p>Primeiro a Deus depois aos diretores, colaboradores e voluntários que juntos fizeram deste evento marca na história da nossa denominação!</p>
<p><span id="more-3118"></span></p>
<p>Também minha gratidão aos delegados procedentes de toda parte do país, uns de perto e outros das mais distantes cidades que comigo acreditaram que Deus estava conosco para realizar tão ousado evento, participando da Semana O Brasil Para Cristo e também, por reconduzir-me a Presidência do Conselho Nacional.</p>
<p>Vivemos dias maravilhosos durante a Semana OBPC que foi preparada por Deus com a finalidade de abençoar a grande Família do Brasil Para Cristo!</p>
<p>Foi isto mesmo que aconteceu! Foi uma grande festa, onde todos nos confraternizamos  e pudemos rever muitos amigos que como eu, tem orgulho de pertencer a esta denominação.</p>
<p>Muitos momentos inspirativos de louvor e santa adoração.</p>
<p>E das palestras, o que falar? Faltam-me palavras para descrever o derramamento do Espírito Santo e  da unção que lá recebemos para permanecer conosco para toda vida. Todos saímos renovados, inspirados para prosseguirmos em nossa caminhada e alargar nossa tenda! Glória a Deus!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Pr. Ivan Nunes</p>
<p>Presidente Nacional</p>
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		<title>SECULARIZAÇÃO do Mundo Complexo e O EVANGELHO</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Nov 2011 14:16:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos e Estudos]]></category>
		<category><![CDATA[Colaboradores OBPC]]></category>
		<category><![CDATA[esquerda2]]></category>

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		<description><![CDATA[Vivemos num mundo secularizado. A religião ocupa um espaço cada vez mais reduzido, especialmente no Primeiro Mundo. Significa que o ocidente experimenta a realidade de governo, leis, educação, mídia que excluem Deus da vida.

A exclusão da religião da cultura, das artes e a formação secularizada do homem moderno é uma realidade que se confirma constantemente. Desde [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://conselhonacional.org.br/wp-content/uploads/2011/07/shedd_150x200.jpg" rel="shadowbox[sbpost-3093];player=img;"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2707" title="shedd_150x200" src="http://conselhonacional.org.br/wp-content/uploads/2011/07/shedd_150x200-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Vivemos num mundo secularizado. A religião ocupa um espaço cada vez mais reduzido, especialmente no Primeiro Mundo. Significa que o ocidente experimenta a realidade de governo, leis, educação, mídia que excluem Deus da vida.</p>
<p><span id="more-3093"></span></p>
<p>A exclusão da religião da cultura, das artes e a formação secularizada do homem moderno é uma realidade que se confirma constantemente. Desde a renascença, paulatinamente Deus foi banido da civilização ocidental e substituido pelo humanismo. A maioria continua afirmando que acredita em Deus, porém, a importância da “fé” no dia a dia é irrelevante. O temor de Deus desaparece. O otimismo da fé na capacidade do homem resolver seus problemas e alcançar seus objetivos utópicos ocupa o lugar de fé num futuro melhor após a morte. Quem precisa de Deus, se a ciencia e o progresso tem as ferramentas para dominar a natureza e a razão humana tem a inteligência suficiente para encarar todos os desafios.</p>
<p>“O Deus desta era cegou o entendimento dos descrentes para que não vejam a luz do evangelho da glória de Cristo” (2 Co 4.4NVI). Paulo escreveu estas palavras num contexto duma sociedade imersa na idolatria e magia. Após a conquista do Império Romano pelo cristianismo, este dominou todas as facetas da vida. O cristianismo tomou o lugar do paganismo. A penetração do cristianismo institucionalizado com o papa no pináculo do poder, sujeitou a cultura europeia à força da religião até a renascença. A reação do iluminismo começou a desmoronar o domínio da religião cristã no centro da vida. Filosofias humanistas questionaram as certezas afirmadas pela Igreja durante séculos. A ciencia começou a ganhar espaço com descobertas deslumbrantes. Um novo paradigma garantiu que não era o planeta terra, mas o sol, que estava no centro do sistema solar. O telescópio demonstrou que o universo era imenso, milhões de vezes maior do que se imaginava.. A tentativa da Igreja combater estas novas descobertas trouxe descrédito sobre o cristianismo.</p>
<p>Mais recentemente a teoria de evolucão foi aceita como uma alternativa viável em lugar da descrição bíblica do origem do universo e do homem. A nova mentalidade, de acordo com G.K. Chesterton, foi de um deus que escreveu a peça de teatro e a entregou ao ator humano que não lembrava mais do autor e nem do propósito de montar a peça. Os livres pensadores creram que o progresso depende da inteligência e criatividade do homem e não da revelação de um deus que, se existe, não influencia os acontencimentos naturais. Nietzsche ousadamente declarou que Deus morreu. Marx acreditava que as forças determinantes econômicas produziriam uma sociedade harmoniosa. Os que produzem segundo suas habilidades supririam as necessidades de todos.</p>
<p>Um desencantamento tem ameaçado a utopia dos filósofos e sociólogos. Os avanços científicos tem acarretado com alguns elementos negativos. A rápida destruição da natureza, a poluição, o aquecimento da camada de ar e o aumento do burraco de ozone, provocados pelas emissões de gases, tem sido desalentador. Doenças novas como AIDS e SARS tem sido inimigos da humanidade difíceis de combater eficazmente. A violência no mundo, as guerras, a incapacidade das autoridades controlar as drogas e o terrorismo, todos são sintomas de um mundo que perde a esperança de encontrar soluções humanistas definitivas para todos os problemas que afligem a humanidade.</p>
<p>O cristão encara este quadro desalentador com uma avaliação bíblica. “Todos pecaram e estão destituidos da glória de Deus”. A corrupção do coração do homem leva à conclusão que a humanidade nunca alcançará a perfeição do Paraíso sem a intervenção do Criador. A exclusão de Deus pela mídia e a política escolar, é simplesmente uma reação do coração soberbo que pensa que tudo pode por conta própria.</p>
<p>A declaração da Bíblia que o Cristo ressurreto e entronizado reinará até que ele ponha todos os inimigos debaixo dos seus pés é a alternativa cristã. O último inimigo a ser vencido pelo Senhor é a morte. Não adianta sonhar com um salto da humanidade até o Paraíso sem que primeiro o pecado seja vencido pela nova criação e o juizo final. Maranatha (Vem, Senhor).<br />
<strong>O Evangelho</strong></p>
<p>A. Rm 1.18 – A ira de Deus se manifesta contra toda impiedade<br />
e perversão dos homens que detêm a verdade pela injustiça.<br />
B. O amor de Deus tem de seguir a compreensão do<br />
profundidade da rebelião e pecado do homem. Rm 3. 10 “Como está escrito não há justo, nem um sequer”. Porque todos pecaram e carecem da glória de Deus. Rm 3.23<br />
C. Em Rm 1 percebemos a gravidade do pecado dos homens reside no fato que pecadores tendo conhecimento de Deus, mas não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes, se tornaram nulos em seus próprios racioncínios obscurecendo-se-lhes o coração insensato. Trocaram a glória de Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível”.<br />
D. Rm 5.12 ensina claramente que o pecado de Adão também foi o pecado de todos os seus descendentes. Para de se livrar desse pecado original que contamina a natureza profundamente é necessário que o Segundo Adão se encarne, cumpre toda a justiça (Mt 3.15), e providencie redenção por meio de Jesus Cristo (Rm 3.24). Deus propôs a Cristo no seu sangue como propiciação para que mediante a fé manifeste sua justiça substitutiva. “Aquele que não conheceu pecado, ele o fez pecado por nós; para que , nele, fôssemos feitos justiça de Deus” (2 Co 5.21).<br />
E. No mundo contemporâneo pecado não passa de um erro, e isso somente quando prejudica os outros. A defesa do homem secularizado é que não sou ruim. Não cometi nenhum crime. Sou bem intencionado de modo se houver um juizo no futuro certamente Deus me aceitará tal com sou.<br />
F. O mundo complexo não acredita no inferno e nem no juizo de Deus.que condenará todos que náo são justificados pela morte de Cristo, aceita pela fé.<br />
O Papa João Paulo II declarou que o inferno é a vida que nós criamos para nos mesmos. Os sofrimentos de sta vida com tantos problemas e dificuldades é suficiente inferno.<br />
G. O mundo complexo moderno, se crer que existe uma vida<br />
após a morte, não está esperando o juízo de Deus.<br />
No curso (Cristianismo Investigado) preparado para evangelizar o homem moderno inglês, a equipe de J. Stott, apresenta como nós devemos fazer a nossa parte segundo 2 Co 4.1-6.<br />
<strong>Enquanto o mundo capitalista que depende de marketing e engano.</strong></p>
<p>O evangelho tem de ser apresentada como ele é, verdade como Deus é verdade. Jo 14.6 e Deus não pode mentir.<br />
1. Não age sem integridade – “NÃO ANDANDO COM ASTÚCIA”, v. 2 falamos a verdade com sinceridade genuina.<br />
2. Age com fidelidade – não distorcemos a Palavra de Deus” – temos obrigação de falar toda a verdade, inclusive as partes duras.- pecado, inferno, juízo, arrependimento.<br />
3. Explica com inteligência e compreensão – “pela manifestação da verdade’ (v. 2b) apresenta a verdade de maneira clara.<br />
4. Manifesta humildade – não pregamos a nós mesmos, mas a Jesus Cristo como Senhor. 4.5</p>
<p>Faz parte da complexidade do mundo pecaminoso em que vivemos que os homens acham mais legal produzir sua própria justiça do que humildemente, pela fé depender unicamente da justiça de Cristo oferecida de graça para nós.</p>
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		<title>Reflita</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Nov 2011 13:50:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos e Estudos]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;Ouvi o que diz esse juiz injusto. E não fará Deus justiça aos seus escolhidos, que dia e noite clamam a ele, já que é longânimo para com eles?&#8221; (Lucas 18.6,7)

Os tempos de Deus não estão às suas ordens. Se o primeiro atrito da pedra não produz fogo, você tem que tentar de novo. Deus [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://conselhonacional.org.br/wp-content/uploads/2011/11/tempo-de-deus.jpg" rel="shadowbox[sbpost-3085];player=img;"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-3087" title="tempo-de-deus" src="http://conselhonacional.org.br/wp-content/uploads/2011/11/tempo-de-deus-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>&#8220;Ouvi o que diz esse juiz injusto. E não fará Deus justiça aos seus escolhidos, que dia e noite clamam a ele, já que é longânimo para com eles?&#8221; (Lucas 18.6,7)</p>
<p><span id="more-3085"></span></p>
<p>Os tempos de Deus não estão às suas ordens. Se o primeiro atrito da pedra não produz fogo, você tem que tentar de novo. Deus ouvirá a oração, mas Ele pode não responder na hora marcada pela nossa mente. Ele Se revelará ao nosso coração que busca, mas não exatamente no momento que marcamos em nossa expectação. Daí a necessidade de perseverança, importunação e súplica. Peça com fé, não duvidando; mas não cesse de pedir, se o Rei está demorando a responder.</p>
<address>Humberto Tenório Cabral</address>
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		<title>Dinheiro, benção ou maldição?</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Sep 2011 13:06:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos e Estudos]]></category>
		<category><![CDATA[Colaboradores OBPC]]></category>
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		<description><![CDATA[Paulo afirma que o amor ao dinheiro é raiz de todos os males (1 Tm 1:10).

Por que será que nenhuma sociedade escapa dos grandes males criados pelo sucesso? A resposta estaria no fato que o narcisismo acaba minando todos os valores. O servo desta preocupação com nosso bem-estar é o dinheiro que tem a força [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Paulo afirma que o amor ao dinheiro é raiz de todos os males (1 Tm 1:10).</p>
<p><span id="more-2909"></span></p>
<p><a href="http://conselhonacional.org.br/wp-content/uploads/2011/07/shedd_150x200.jpg" rel="shadowbox[sbpost-2909];player=img;"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2707" title="shedd_150x200" src="http://conselhonacional.org.br/wp-content/uploads/2011/07/shedd_150x200-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Por que será que nenhuma sociedade escapa dos grandes males criados pelo sucesso? A resposta estaria no fato que o narcisismo acaba minando todos os valores. O servo desta preocupação com nosso bem-estar é o dinheiro que tem a força para nos captar em sua rede, ainda que de outro modo que um animal que é capaz de tirar sua própria perna para se libertar de uma armadilha.</p>
<p align="LEFT">Não ignoramos que o dinheiro é um valor que pode abençoar quem recebe ou dá. Paulo escreveu em sua Segunda Carta aos Coríntios sobre a importância do dinheiro para socorrer os necessitados (capítulos 8 e 9).</p>
<p align="LEFT">Queremos entender melhor o que a Bíblia tem para nos dizer a respeito desta tão útil e perigosa ferramenta para fazer o bem como o mal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p align="LEFT"><strong>A Bênção do Dinheiro</strong></p>
<p align="LEFT">Quando Deus criou o homem, o abençoou e deu a ele o privilégio de dominar, mas sempre como mordomo do Senhor (Gn 1:28). Apos a queda, o desejo pelo domínio cresceu e rapidamente a humanidade se esqueceu da responsabilidade de usar as coisas materiais para a glória de Deus e para o bem de todos.</p>
<p align="LEFT">Quando Jesus ensinou que é mais abençoado dar do que receber (Atos 20:35), fica sem dizer que é necessário receber primeiro para poder dar. A fonte de tudo que recebemos é Deus. Sua generosidade se manifesta todo dia em que Ele providencia as condições para produzir produtos de toda espécie para manter a vida, além de tudo que seja útil para manter a proteção e conforto. Toda atividade econômica depende do Criador que supre as condições necessárias para realiza-la.</p>
<p align="LEFT">Deus nos criou para gozar de vida corpórea e espiritual. Posses devem sustentar a vida do corpo – casa, alimento, transporte e fornecer mil outros produtos. Os livros que comunicam a verdade eterna às nossas mentes são apenas um exemplo. Paulo refere-se à bondade de Deus ao declarar para o povo de Listra, &#8220;não se deixou ficar sem testemunho de si mesmo, fazendo o bem, dando-vos do céu chuvas e estações frutíferas, enchendo o vosso coração de fartura e de alegria&#8221; (At 14:17). A benção de Deus sobre o mundo material, em benefício do homem, é um sinal do amor de Deus por todos. Dinheiro fornece um meio eficiente para distribuir os benefícios doados por Deus e repassar a fartura para os necessitados.</p>
<p align="LEFT">Jesus confrontou o jovem rico com a surpreendente declaração que somente vendendo tudo que tinha e dando o resultado aos pobres, teria o privilégio de ser Seu discípulo e ganhar a vida eterna (Mc 10:21). A benção seria rejeitar o amor ao dinheiro e em seu lugar alcançar um amor real pelo próximo. O sacrifício material no tempo presente garantiria a benção maior no futuro – &#8220;terás tesouro no céu&#8221;. O galardão que aguarda todos que ajuntam tesouros no céu é glorioso e seguro (aí não há ladrões, nem qualquer tipo de destruição de perda, Mt 6:20). &#8220;Onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração&#8221; (v. 21)</p>
<p align="LEFT">Fica eminentemente claro que a única maneira de mandar riqueza para o céu é usando dinheiro para beneficiar os necessitados; pode ser materialmente ou espiritualmente. Dar generosamente aos necessitados é o melhor de todos os investimentos. Seu retorno será grande e sua felicidade eterna.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p align="LEFT"><strong>A Maldição do Dinheiro</strong></p>
<p align="LEFT">O apego aos valores materiais assedia a maioria dos homens. Possuir dinheiro e tudo que ele pode comprar dá satisfação e segurança. O desejo de adquirir mais do que necessitamos, alimenta o egoísmo natural que faz parte do mundo que a Palavra de Deus nos proíbe amar (1 João 2:15). O avarento não tem herança no reino de Deus (1 Co 6:10). &#8220;O amor ao dinheiro é raiz de todos os males&#8221; (1 Tm 6:10). Basta notar a freqüência de notícias de corrupção nos altos escalões do governo, para perceber que dinheiro é uma forte fonte de tentação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p align="LEFT">A maldição das posses é muito sutil. Poucas pessoas reconhecem o seu perigo. A maioria pensa que ganhar mais dinheiro demonstra a benção de Deus sobre a vida. Nalguns casos é verdade. Mas, na realidade, a falta de dinheiro pode ser o caminho da benção, porque humilha, rebaixando os homens ao nível de mendigos. Tornam-se dependentes da graça de Deus, e alvos do amor dos irmãos na fé. A maldição invade nossas igrejas se não há generosidade. A prática da igreja de Jerusalém não nos incentiva a cuidar dos órfãos e viúvas, mesmo diante da declaração que &#8220;religião pura e sem mácula&#8221; é cuidar dos órfãos e viúvas (Tg 1:27).</p>
<p align="LEFT">Um dos casos bíblicos mais impressionantes relata a conseqüência maldita da mentira de Ananias e Safira (Atos 5:1-11). Este casal crente, da igreja de Jerusalém, vendeu uma propriedade. A avareza os levou a concordar em reter uma parte do preço e oferecer a Deus o resto. Mentiram, afirmando que a quantia depositada &#8220;aos pés dos apóstolos&#8221; era o preço todo. O resultado foi a morte sumária dos dois. Por que? Não foi porque não ofereceram tudo para o Senhor, mas porque mentiram, desejando apresentar-se mais desprendidos do que na realidade foram.</p>
<p align="LEFT">Outra surpresa na Palavra é descobrir que é possível distribuir todos os bens entre os pobres sem amor (1 Co 13:3). Se assim for, não há proveito nenhum para o doador. Com isto Deus quer nos ensinar que podemos dar com motivos errados. Sacrifício material, sem amor, não agrada a Deus e não acarreta benefício algum para o doador. Seguramente muitos filantropos oferecem somas grandes para acolher aos necessitados, mas eles não recebem nenhum proveito diante do Juízo do universo. Joan Kroc, herdeira da fortuna da cadeia mundial de lanchonetes McDonald’s, doou ao Exército de Salvação de San Diego, na Califórnia, 80 milhões de dólares. No juízo final será revelado se a Sra. Kroc terá algum benefício em troca desta razoável oferta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p align="LEFT"><strong>Conclusão</strong></p>
<p align="LEFT">O privilégio de ser mordomos de Deus, pelo uso das riquezas deste mundo, deve nos segurar diante da tentação da avareza. A maldição do dinheiro somente se transforma em benção quando o Espírito Santo produz o seu bendito fruto em nossas vidas. Esse fruto é amor e benignidade (generosidade) (Gl 5:22). Vence-se a maldição por meio do Espírito de Cristo que cria uma vida em benefícios dos outros em lugar do narcisismo feroz.</p>
<p align="LEFT">Dr. Russel Shedd</p>
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		<title>Exercícios físicos ajudam no controle do transtorno do pânico.</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Jul 2011 13:23:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&#8220;Sensibilidade à ansiedade é um fator de risco para o desenvolvimento de pânico e sintomas relacionados”, diz o psicólogo Jasper Smits. Smits é autor de um estudo que aponta a prática de exercício físico regular como uma estratégia alternativa no tratamento do transtorno do pânico e redução dos sintomas associados.

O estudo, publicado no periódico Psychosomatic [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://conselhonacional.org.br/2011/07/26/praticar-exercicios-fisicos-regularmente-ajuda-no-controle-do-transtorno-do-panico-e-dos-sintomas-relacionados-aponta-estudo/como_queimar_gordura_no_exercicio/" rel="attachment wp-att-2800"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2800" title="como_queimar_gordura_no_exercicio" src="http://conselhonacional.org.br/wp-content/uploads/2011/07/como_queimar_gordura_no_exercicio-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>&#8220;Sensibilidade à ansiedade é um fator de risco para o desenvolvimento de pânico e sintomas relacionados”, diz o psicólogo Jasper Smits. Smits é autor de um estudo que aponta a prática de exercício físico regular como uma estratégia alternativa no tratamento do transtorno do pânico e redução dos sintomas associados.</p>
<p><span id="more-2799"></span></p>
<p>O estudo, publicado no periódico Psychosomatic Medicine, é fundamentado em duas pesquisas anteriores realizadas pelo autor. Em uma, o exercício é apontado como tratamento alternativo para melhora do humor e diminuição da ansiedade, funcionando como “um remédio antidepressivo”. Em outra, ele é indicado como uma alternativa para o tratamento da alta sensibilidade à ansiedade – um sintoma associado ao transtorno do pânico que envolve náuseas, taquicardia, tonturas, dores de estômago e falta de ar.</p>
<p>“Para as pessoas com alta sensibilidade à ansiedade, os sintomas ansiosos são um sinal de alerta”, diz Smits. “Ao perceberem, elas imediatamente se perguntam: ‘eu vou ter um ataque de pânico?’, ‘eu vou morrer?’, ‘eu vou ficar louco?’, ‘eu vou perder o controle?’ ou ‘eu vou fazer papel de tolo?’. Este sintoma tem sido amplamente estudado como um dos fatores de risco para o desenvolvimento de transtornos de ansiedade, principalmente do pânico. E é um fator de risco relevante na medida em que tem sido replicado em vários estudos.”</p>
<p>O estudo atual envolveu 145 participantes adultos que não tinham histórico de ataque de pânico. Depois de responderem a um questionário com informações sobre o nível de atividade física que praticavam e o nível de sensibilidade à ansiedade, todos inalaram uma mistura gasosa enriquecida com 5% de CO2 – um procedimento benigno que geralmente induz ao pânico.</p>
<p>Após a inalação, os participantes manifestaram o seu nível de ansiedade, dizendo se sentiam qualquer um dos sintomas da alta sensibilidade à ansiedade. Os resultados mostraram que a reação ao estressor foi menor entre aqueles que praticavam exercícios ou atividades físicas com frequência.</p>
<p>“Não estamos dizendo para que as pessoas substituam a psicoterapia ou que façam exercícios em vez de se medicarem”, diz Smits. “Médicos já recomendam a atividade física para a saúde geral. O exercício físico é uma boa alternativa, particularmente para aqueles que precisam de tratamento para a depressão e ansiedade e que não têm acesso ao tratamento tradicional”, conclui o autor.</p>
<p><strong>Fonte: UOL</strong></p>
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		<title>A luta</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Jul 2011 18:11:56 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[direita3]]></category>

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		<description><![CDATA[
Freqüentemente, colegas comentam sobre a luta que enfrentam. Mas o interesse que, por acaso, esperavam suscitar, não se manifesta. Raras são as pessoas que têm coração suficientemente sensível para chorar com os que choram ou rir com os que riem.
A vida não é fácil. Deus nunca planejou para que ela fosse um mar de rosas. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-2707" href="http://conselhonacional.org.br/2011/07/08/a-luta/shedd_150x200/"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2707" title="shedd_150x200" src="http://conselhonacional.org.br/wp-content/uploads/2011/07/shedd_150x200-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p>Freqüentemente, colegas comentam sobre a luta que enfrentam. Mas o interesse que, por acaso, esperavam suscitar, não se manifesta. Raras são as pessoas que têm coração suficientemente sensível para chorar com os que choram ou rir com os que riem.</p>
<p>A vida não é fácil. Deus nunca planejou para que ela fosse um mar de rosas. Alguns lutam contra a escassez financeira, pagando contas que somam mais do que um salário reduzido. Se alguém não sofre com um filho rebelde ou tem marido maravilhoso, os amigos procuram saber como sua sorte chegou a ser tão boa, enquanto a deles é tão espinhosa. Se nunca passou pelo sofrimento de um câncer, ou humilhação de um assalto, nunca teve um acidente, nem lutou com um sócio desonesto, Deus deve ter feito acepção de pessoas! Será que não enviou um anjo protetor para não permitir que tropeçasse ou tomasse o caminho errado?</p>
<p>É desagradável lutar. A maioria pacífica deseja evitar combates e guerras. A luta produz neuroses que convencem muitos a procrastinar. É um defeito de caráter comum. Não tendo a coragem de enfrentar o problema, o procrastinador se lança na esperança de que a dificuldade há de passar, tal como passou quando era criança. Não querendo pagar o alto preço necessário para solucionar o problema, aguarda-se o amadurecimento que não chega.</p>
<p>Pense nos adolescentes que não têm respeito pelos seus pais. O problema não aparece de um dia para outro. Se um pai não trata o caso com energia, rapidamente aparecem amigos nada confiáveis. Eles introduzem suas vítimas às drogas, à prostituição e ao crime. Se raciocinamos que Deus não quer que seus filhos sofram, a frustração pode ser um motivo para desistir do Caminho. É muito fácil esquecer das passagens bíblicas que, como em Tiago, mandam considerar motivo de grande alegria o fato de passarem por diversas provações, uma vez que produzem frutos de maturidade e integridade.</p>
<p>Uma fé verdadeira e profunda descansa no mesmo berço que Miguel de Molinos experimentou há mais de 300 anos: “Seja constante e de boa coragem; pois que, por mais intolerante que você seja consigo mesma, ainda é protegida, enriquecida e amada pelo maior Bem, como se ele não tivesse nada mais a fazer além de guiá-la à perfeição por meio dos mais altos passos do amor; como se você não pudesse se desviar, mas perseverar constantemente, sabendo que você oferece o mais satisfatório sacrifício para Deus. Se, do caos do nada, a onipotência dele produziu tantas maravilhas, o que ele não fará em sua alma, criada à imagem e semelhança dele, se ela se mantiver constante, calma e resignada” (Refrigério para a Alma, p. 150).</p>
<p>As lutas da vida não podem ser evitadas porque somos pecadores. Vivemos num mundo caído. Treinamento transforma um simples homem num guerreiro eficaz. Batalhas não se vencem por temerosos procrastinadores. Determinados e corajosos lutadores não consideram suas vidas preciosas para si mesmos. Seu propósito na vida é vencer para a honra do seu General.<br />
A ARMADURA DE DEUS</p>
<p>O apóstolo Paulo, que passou por inúmeras lutas na sua vida cristã, deu a mais valiosa recomendação para os que querem vencer. “Vistam toda a armadura de Deus para poderem ficar firmes contra as ciladas do diabo, pois a nossa luta não é contra seres humanos, mas contra os poderes e autoridades &#8230;Por isso, vistam toda a armadura de Deus, para que possam resistir no dia mau e permanecer inabaláveis&#8230;” (Ef 6.10-13).</p>
<p>Em primeiro lugar, é imprescindível cingir-se com a verdade que liberta. A verdade do Evangelho oferece perdão e restauração quando falhamos. A couraça da justiça nos protege do raciocínio, que diz: “Continuaremos pecando para que a graça aumente”. Os pés calçados com a prontidão do Evangelho gera paz quando a ansiedade inunda a alma. O escudo da fé protege o lutador contra as setas do Maligno que queimam o coração com desespero quando nenhuma escapatória humana aparece. O capacete da salvação oferece garantias contra o ódio e a hostilidade que as ofensas naturalmente suscitam. Finalmente, a espada do Espírito prepara para lutar com crescente eficácia. Lutas vencidas no passado prometem maiores vitórias no futuro.</p>
<p>Algumas pessoas se chegam a Cristo com a expectativa de que terão uma vida tranqüila, sem tempestades ou ondas encapeladas. Em lugar da decepção e frustração, dê às lutas boas-vindas. Permita que elas o desmamem do mundo e emprestem um brilho maior ao céu.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Cristianismohoje.com.br</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Pastor e amigo</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Jul 2011 18:06:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin2</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[direita2]]></category>

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		<description><![CDATA[Em entrevista exclusiva, Eugene Peterson destaca a importância dos relacionamentos no ministério.

Por Mark Galli
&#160;
Eugene Peterson, como qualquer pastor, já teve lá suas crises existenciais e ministeriais. A primeira foi no início de sua trajetória – achava o pastorado complicado e não sabia bem como atender às expectativas das pessoas. Depois, foi confrontado pela própria vocação. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-2702" href="http://conselhonacional.org.br/2011/07/08/pastor-e-amigo/77661_ei_peterson/"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2702" title="77661_EI_Peterson" src="http://conselhonacional.org.br/wp-content/uploads/2011/07/77661_EI_Peterson-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Em entrevista exclusiva, Eugene Peterson destaca a importância dos relacionamentos no ministério.</p>
<p><span id="more-2701"></span></p>
<p>Por Mark Galli</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Eugene Peterson, como qualquer pastor, já teve lá suas crises existenciais e ministeriais. A primeira foi no início de sua trajetória – achava o pastorado complicado e não sabia bem como atender às expectativas das pessoas. Depois, foi confrontado pela própria vocação. Preferia seguir pela vida acadêmica, mas em determinado momento, viu-se diante do púlpito. Também teve de aprender a lidar com as ovelhas, ou seja, como se relacionar com aqueles a quem liderava. Isso, sem falar nos problemas e angústias que os colegas de ministério vinham lhe confessar. Tudo isso fez de Peterson um “pastor de pastores”.</p>
<p>Mas ele é muito mais do que isso. Hoje, às portas dos 80 anos, é um pensador cristão respeitado, consultado e querido. Predicados intelectuais ele tem de sobra – escritor com mais de 30 títulos publicados, poeta e conferencista, é professor emérito de uma das referências do pensamento cristão mundial, o Regent College, no Canadá. Mas quem o ouve falar – como Mark Galli, diretor de redação da <em>Christianity Today</em>, seu amigo de longa data, que o entrevistou para CRISTIANISMO HOJE – percebe que está diante de um crente que deseja ser servo, não apenas de Deus, como dos irmãos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>CRISTIANISMO HOJE – O senhor dizia, no início de seu ministério, que o pastorado era complicado – ou, que talvez, o senhor mesmo o complicasse. E agora, depois de tantos anos, ainda pensa assim?</strong></p>
<p><strong>EUGENE PETERSON –</strong> Bem, se ouvirmos as expectativas de consumo das pessoas, o ministério fica complicado, pois elas tendem a impor o que querem. As pessoas estão acostumadas a poder escolher. Mas, uma vez que entendemos o que estamos fazendo, e para o quê o fazemos, tornamo-nos pastores mais locais, presentes – e aí, eu não diria que o ministério fica simples, e sim, não tão complicado. Aprendemos a estar presentes diante de tudo o que acontece na vida das pessoas e a não impor coisas a outras pessoas, muito menos deixar que as imponham sobre nós.</p>
<p><strong>Em um de seus livros, o senhor usa outro adjetivo para designar o ministério do pastor: “Subversivo”. O que quis dizer com isso?</strong></p>
<p>Eu quis dizer que as pessoas têm suas defesas. Se trouxermos a elas algo pesado demais, elas tendem a criar um bem desenvolvido sistema defensivo contra isso. Mas, trazendo as coisas obliquamente, sob o que às vezes chamo de “forma indireta”, temos maneiras de contornar essas defesas. Jesus fez isso o tempo todo com suas parábolas, que eram metáforas surpreendentes. Ele raramente usava palavras abstratas. O Senhor sempre teve muita identidade com a coisa local, com o estar presente no dia a dia, com o familiar. E então, dessa forma oblíqua e subversiva, podemos atrair a imaginação das pessoas para proporcionar-lhes algo que antes não tinham visto, notado ou pensado.</p>
<p><strong>O senhor critica colegas que pregam o eu chama de “Cristo genérico”. Como então deve ser o anúncio do verdadeiro Cristo apresentado na Palavra de Deus?</strong></p>
<p>O Cristo revelado é único. Sua encarnação está ligada ao que é visível – e, muitas vezes, ao inesperado. Jesus surpreendia as pessoas, na maioria das vezes, por não agir como Deus; ele não atendia à expectativa estereotipada dos outros acerca do que ele era, ou do que deveria fazer. A verdade é que as pessoas não olham para os evangelhos como deveriam. São quatro os escritores dos evangelhos. Todos contaram as coisas de modo um pouco diferente um do outro. Eles não seguiram um estereótipo, um sistema dogmático, no qual quisessem encaixar as coisas de forma forçada. Eles ouviram, viram e compreenderam Jesus no contexto em que viviam. Da mesma forma, devemos fazê-lo no contexto em que vivemos. Tudo tem a ver, essencialmente, com a tomada da revelação a sério, com a encarnação do Verbo.</p>
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<p><strong>Como o pastor pode manter limites apropriados entre o exercício de sua vocação e sua vida pessoal?</strong></p>
<p>Essa palavra “limites” tem vindo à tona através das disciplinas psicológicas. Parece-me que é uma maneira de evitar a dificuldade, de contornar a ambiguidade. Você sempre sabe onde está, sempre conhece o limite, e deixa as pessoas virem até onde querem, mas não vai deixá-las ultrapassar essas fronteiras. Lembro que uma vez entrei no escritório da igreja e encontrei lá algumas mulheres que estavam fazendo um boletim informativo. Tínhamos, na ocasião, uma filha que estava nos dando alguns problemas extras, naquela fase de confrontar os pais. Então, eu fiz um desabafo, dizendo estar uma fera com isso e até que eu nem queria ser pai. Quando saí, uma daquelas irmãs me repreendeu, dizendo que todas ali já tinham problemas de sobra para manter as próprias vidas e famílias juntas. “Agora, teremos de ajudar você a manter sua vida em família? Isso é demais”, disse. E ela estava certa. Há algumas coisas totalmente inadequadas a um pastor, como se irritar ou se descontrolar. As pessoas simplesmente não entendem tal comportamento num ministro do Evangelho. A vida pastoral tem de ser uma vida relacional – quando você vive assim, não tem limites como tal. Você tem habilidades, intimidade. Aliás, não gosto dessa separação da vida pastoral e pessoal, atuação congregacional e formação profissional.</p>
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<p><strong>Quando fala em vida relacional, o senhor quer dizer que o pastor deve buscar construir amizades entre sua congregação?</strong></p>
<p>Sim. Eu amo a passagem de João 13.17, em que Jesus está no Cenáculo, em sua última noite com os discípulos. Ali, ele os chama de amigos, e não de apóstolos ou discípulos, que são palavras que definem algo meramente funcional. Apenas amigos – e ele repete isso por três vezes. Os pastores deveriam meditar sobre isso. Em vez de se concentrarem em suas funções, suas técnicas, estratégias e visões, que relaxem. Basta apenas estar lá com as ovelhas, aprendendo a serem amigos. No momento em que o pastor sobe no pedestal, vai começar a ocultar a natureza do Evangelho.</p>
<p><strong>A partir de que momento um pastor está subindo no pedestal?</strong></p>
<p>Há muitos pastores que cultivam esse negócio de estar em um pedestal, porque, assim, eles não têm que lidar com pessoas. Preferem lidar com as ovelhas apenas no papel de pregador, conselheiro, guia espiritual ou qualquer outra coisa. Há muitas maneiras de se conviver com a forma estereotipada dessa relação. Mas, quando você se torna um amigo, a coisa é outra. Quando saí da <em>Christ our King Chruch </em>[Igreja Presbiteriana Cristo Nosso Rei, fundada por Peterson em 1962, em Maryland], onde estive por 30 anos, eu realmente não me preocupava com o estilo de vida daquelas pessoas – e, para dizer a verdade, eu não tinha amigos que eu chamaria realmente de “amigos”. Mas, quando eu saí, não posso lhe dizer quantas pessoas de lá me disseram que eu era o melhor amigo que já tiveram. Agora, eu era amigo em outro sentido, já que, de alguma forma, houve alguma qualidade na relação que transmitia que eu me preocupava com eles, conhecia os seus nomes, sabia os nomes de seus filhos – ou seja, não era apenas aquela coisa social. Muitas vezes, convidávamos pessoas para um jantar porque estavam com problemas, mas eu não tinha um relacionamento de amizade com muitas dessas pessoas; simplesmente era amigo porque era disponível para elas. É assim que eu acho que um pastor deve ser.</p>
<p><strong>Ultimamente, com a disseminação dos chamados ministérios de tempo integral, tem havido profissionalização de diversas funções eclesiásticas, inclusive as de pastor e obreiro. Qual sua opinião sobre isso?</strong></p>
<p>Eu acho que o profissionalismo na vocação pastoral é mortal, porque isso afeta a todos. Nós compartilhamos algo bem básico com nossas congregações. Estamos compartilhando a vida de Cristo, maneiras como seguir a Cristo. Os pastores devemos tratar os leigos com dignidade e honrar o seu trabalho, tanto como eles honram o nosso, e aceitá-los como iguais em termos de serviço no Reino de Deus e na vivência da vida cristã. Contudo, o profissionalismo que permeia nossas igrejas não confia nos leigos. Hoje, contratamos profissionais para fazer tudo. Em vez de confiar nos irmãos para fazer o trabalho do povo de Deus, contratamos alguém para fazê-lo, e é assim que profissionaliza tudo na estrutura eclesial. Desenvolvemos hierarquias e sistemas hierárquicos na igreja, e isso sutilmente elimina o senso maior de comunidade. Eu diria que a melhor maneira de superar o profissionalismo é confiar. O pastor deve aprender a confiar aos leigos a responsabilidade de serem iguais a ele em termos de status no reino de Deus.</p>
<p><strong>Mas muitos líderes se queixam de escassez de voluntários para desempenhar funções na igreja&#8230;</strong></p>
<p>Sim, isso tem acontecido. Se algo tem de ser feito por profissionais na igreja, tudo bem. Mas é uma realidade que pode ser mudada. Eu fiz isso por anos e anos; não reproduzi quase nada que os outros pastores fazem hoje pensando que é trabalho pastoral. Nunca tive uma equipe de profissionais atuando na igreja, nem mesmo uma secretária; a maioria dos trabalhos administrativos da congregação foram tocados por leigos. E as pessoas adoraram colaborar. Naturalmente, não podemos fazer as coisas sempre do mesmo jeito, mas eu acho que os pastores têm de cultivar um laicato em que confiem. Uma igreja forte não é aquela que, necessariamente, tem um pastor forte, mas sim, um laicato forte. Pena que haja muito pouco disso na igreja americana nestes dias.</p>
<p><strong>Como as igrejas devem lidar com o próprio crescimento?</strong></p>
<p>Nós não podemos definir um limite arbitrário para o tamanho da igreja. Tudo é determinado pela maneira como você planeja sua igreja. Quinhentos membros, por exemplo, me parece ser a quantidade certa. Nós construímos nossa igreja para acomodar cerca de trezentas pessoas, e em dois cultos, o que daria conta de todos. E isso funcionou. Meu filho é pastor de uma igreja nova, e, quando a comunidade chegou perto dos 300 membros, eles compraram uma propriedade enorme num local onde havia poucas igrejas. Agora, eles estão se preparando para construir um novo templo. Se construímos um galpão, teremos um <em>depósito </em>cheio de pessoas. Mas, se erguemos um santuário, teremos um lugar de culto e adoração que não pode ser em um galpão.</p>
<p><strong>Poucos pastores usam as línguas originais e a exegese, além de uma boa hermenêutica, na preparação de seus sermões.</strong> <strong>No Brasil, em particular, boa parte dos pregadores têm insistido na necessidade de mobilizar o público com uma “mensagem arrebatadora”. Aquele tipo de pregação mais consistente está em declínio?</strong></p>
<p>O modelo da pregação preparada teologicamente, com atenção às línguas bíblicas originais, está, sim, em declínio. E fico um pouco desanimado com isso. Talvez, no Brasil, a coisa seja ainda pior do que aqui. O estilo de pregador “animador de auditório”, de fato, é muito ruim. Ora, falar com voz impostada ou dar um show no púlpito não são elementos de exegese. Quando você entra em um consultório médico e algo está errado com sua saúde, você não espera que o médico grite ou leia o diagnóstico em voz alta para que o aceite logo. Então, para quê decibéis a mais na pregação?</p>
<p><strong>O senhor é professor por formação e vocação e docente emérito do Regent College. Como vê o cenário da educação teológica e o que acha que há de melhor e de pior no ensino cristão hoje?</strong></p>
<p>O melhor que está acontecendo – e falo aqui da América – é, provavelmente, o povo. As pessoas que estão entrando no seminárioestão mais maduras, e muitos novos obreiros chegam ao pastorado na meia-idade. Ou seja, viveram boa parte da vida em outras atividades, e percebem que ainda há algo a fazer nos anos que lhes restam – algo que faça diferença para elas e para as outras pessoas. Eu tenho um amigo que é executivo de publicidade em um escritório de Nova Iorque. Ele decidiu, por volta dos 45 anos de idade, que queria ser um pastor. Então, estudou teologia no seminário e, depois de alguns anos, foi ordenado. Ele diz que deixou de ganhar quatrocentos mil dólares por ano, contando mentiras algumas vezes, para receber cinquenta mil dizendo a verdade. Da mesma forma, muitos estão fazendo isso. É gente que está preparada para assumir grandes cortes de rendimento para fazer algo realmente significativo.</p>
<p><strong>E o que há de pior?</strong></p>
<p>A perda de identidade do ensino teológico. Os seminários estão tendo que adaptar seus currículos para cumprirem as exigências das associações de escolas teológicas e terem seus cursos reconhecidos. Ora, qualquer coisa imposta de fora é muito inadequada.  Assim, os estudantes estão tendo que ler muito mais do que podem absorver. Então, as escolas teológicas não podem desenvolver o que sua denominação precisa ou mesmo uma estratégica e currículo próprios para lidar com os alunos que espera atrair. Vi isso acontecer na Regent e era totalmente irritante ter de pedir aos alunos que lessem coisas que não exigíamos a princípio. Enquanto isso, outras matérias importantes, como teologia, espiritualidade e história, acabam ficando em segundo plano por falta absoluta de tempo e capacidade dos alunos para absorver tanta coisa. Eu acho as imposições feitas em nome da validação dos diplomas uma coisa muito difícil de lidar.</p>
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<p><strong>Por que a teologia espiritual, que foca menos na especulação intelectual e mais na integração do conhecimento na vida cristã do dia a dia, está perdendo espaço?</strong></p>
<p>É um enigma para mim saber por que isso acontece. Teologia espiritual não é apenas uma especialização, ou parte sem importância da teologia. É teologia vivida! Como o seminário cria um currículo teológico e consegue dar-lhe importância e sentido, sem que o aluno possa saber a verdade e passar o resto da vida sem vivê-la? O conhecimento do Evangelho e das Escrituras deve ser enfatizado e é importante, mas isso não pode ser divorciado na nossa maneira de viver ou não viver. Algumas situações vão a extremos e acabam por evitar o real encontro do aluno com Deus – a vida religiosa é uma das melhores maneiras de fazer isso. E o estudo da teologia pode dar essa falsa sensação de que podemos nos enganar pensando que temos, de fato, um encontro com Deus, quando, na verdade, estamos mesmo é precisando daquilo que pregamos. Tivemos um professor de grego e hebraico com cerca de 40 anos idade que também ensinava isso de maneira sutil. E havia mais do que eu chamaria de teologia espiritual acontecendo em seus cursos do que na maioria dos outros, simplesmente porque tudo isso era vivido por ele. Ele fez os idiomas bíblicos ganharem vida, mas também fez as Escrituras ganharem significado e sentido não apenas com a sua forma peculiar de ensinar, mas pela maneira como ele as vivia diante de todos, trabalhando com as pessoas.</p>
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<p><strong>No Brasil, praticamente todos os recursos teológicos, inclusive os livros disponíveis, são de origem estrangeira, principalmente dos EUA.</strong> <strong>Em sua opinião, quão importante é uma teologia com produção nacional em um país que está crescendo em importância, não só no contexto geopolítico, mas como uma potência evangélica mundial?</strong> <strong>Que tipo de influência os conhecimentos teológicos enraizados na realidade local podem ter?</strong></p>
<p>É importante que os brasileiros e outros povos possam investir e desenvolver estudiosos locais, gente que viva e conheça a própria cultura. Mas em alguns aspectos, o Evangelho não é étnico. No entanto, todos podemos contribuir teologicamente uns com os outros. E todos nós somos parte da Igreja e num mundo muito cosmopolita. Então, ainda que não haja produção teológica suficiente no Brasil, minha sugestão é que se tente manter o desenvolvimento de uma teologia local. A tradução de <em>The message </em>[de sua autoria] está saindo agora em português. Mas eu não fiquei entusiasmado com ela, a princípio. Parecia-me que <em>The message</em> funcionava bem aqui nos EUA porque foi feito por alguém que é um americano, conhece o idioma americano e a cultura do país. Mas, cada linguagem tem sua forma coloquial, e nós procuramos encontrar brasileiros que conheciam bem o grego e o hebraico, além do português falado no Brasil, para obter um equivalente adequado em <em>A mensagem.</em></p>
<p><strong>O senhor é considerado pastor de pastores. No momento em que os pastores são muito questionados, inclusive por protagonizarem escândalos que repercutem na mídia e estereotipam a Igreja, cada vez mais crentes evitam ser chamados de evangélicos. O que fazer para contornar essa situação?</strong></p>
<p>Acho que primeiro devemos estar conscientes e lidar com o fato de que ser pastor é uma modesta e humilde vocação, e não tem nada a ver com ganhar os aplausos do mundo. E, se não estamos dispostos a aceitar como colegas pessoas que são pecadores – por vezes, flagrante pecadores –, não temos muito o que fazer neste ramo de trabalho. Os escândalos são indesejáveis, muito tristes. Mas isso é parte do que significa viver em uma igreja, e eu não penso que nós possamos lavar nossas mãos desse tipo de coisa e tentar encontrar um lugar melhor que a igreja. Temos é que purificá-la, a fim de que seja um exemplo para o mundo. A Igreja é uma luz que brilha.</p>
<p><strong>A pós-modernidade e os apelos da secularização têm levado muitos cristãos a deixar a igreja.</strong> <strong>Como atraí-las de volta?</strong></p>
<p>Eu não fico encantado com certas estratégias para reconquistar as pessoas que um dia deixaram a igreja. E acho que muitas das pessoas que a deixam fazem-nos por boas razões, mas não estão indo para algum lugar melhor&#8230; Minha esperança é de que vão descobrir que, se há algo melhor, é o que eles deixaram para trás. Mas leva tempo para isso acontecer. Eu tenho alguns amigos pastores que estão vivendo um Evangelho vibrante em nações secularizadas como Alemanha, França ou Escócia. Nós estamos vivendo em um tempo muito difícil, e em alguns aspectos sem precedentes. Contudo, tentar reformular ou refazer o Evangelho para fazê-lo mais atraente é um equívoco. É claro que as coisas não estão indo bem. Nós estamos vivendo um momento muito difícil, e, em alguns aspectos, sem precedentes – mas Barth, que viveu em tempo semelhante, disse que somente onde há sepultura, pode haver ressurreição. Porém, precisamos fazer o melhor, nos mantendo fiéis, ainda que sejamos desprezados por sermos sal e fermento para o mundo – sabendo que apenas fazemos nosso trabalho como seguidores de Jesus. E isso não é um trabalho fascinante.</p>
<p>Fonte: cristianismohoje.com.br</p>
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